terça-feira, abril 25, 2006

Eleições em Lisboa

Decorreram esta sexta-feira as eleições para Delegados ao XXI Congresso do CDS-PP, a realizar nos dias 6 e 7 de Maio na Batalha.
Tendo-se apresentado duas candidaturas, uma encabeçada pelo militante Telmo Correia (lista A) e outra pela militante Leonor Sameiro de Sousa (lista B), as urnas encerraram às 22h, contando com 209 votantes.
A lista A obteve 162 votos, elegendo 34 delegados, e a lista B obteve 47, elegendo assim 9 delegados.
Lisboa estará representada por 43 delegados eleitos e ainda por militantes com inerência.


in http://cds-pp-lisboa.blogspot.com/

domingo, abril 09, 2006

Outros partidos sexy's

buona fortuna per domenica

sábado, abril 08, 2006

O Partido Sexy

depois acordei e não era bem assim...

sexta-feira, abril 07, 2006

A matriz cultural do atraso português: 30 anos da Constituição

Senhor Presidente,
Senhora e Senhores Deputados,

“O povo está acima da Constituição, não é a Constituição que está acima do povo” – com esta frase, Vítor Sá Machado resumia, de modo lapidar, o voto contra do CDS face ao texto constitucional. Passaram trinta anos e o mínimo que se pode dizer é que a Constituição socialista de 1976 se desactualizou, enquanto o protesto personalista do CDS mantém uma inapelável modernidade.

De todos os factos da vida do CDS, posso afirmar que este – o voto contra a Constituição –, foi o mais importante, o mais visionário e o mais necessário.

O mais importante, pelo que significou de coragem e representação; sem a nossa oposição, o documento constituinte beneficiaria de uma falsa unanimidade, incompatível como o principio de confronto político que o inspira. O mais visionário, porque a ruptura solitária do CDS com a legitimidade revolucionária não visava qualquer contra-revolução; abria caminho, como efectivamente abriu, à afirmação pura e simples da legitimidade democrática. O “não” do CDS espalhou-se e disseminou-se: em 1982, moldaria a abertura política e, em 1989, inspiraria a abertura económica. Faz por isso todo o sentido afirmar, hoje, que o “não” do CDS ao texto inicial é consequente com o “sim” do CDS às correcções seguintes. Politicamente, faz até sentido dizer mais – cada deputado do PS e do PSD que contribuíu para as revisões democratizadoras, evidentemente transportava nesse voto um pedaço do voto dos deputados do CDS que não se intimidaram, em plena fúria revolucionária. Acresce, por fim, que a nossa oposição foi a mais necessária. O motivo é simples: a Constituição de 1976 não tinha adesão à realidade e por isso, aliás, sempre teve um escasso valor sociológico. Por não ter adesão à realidade, a Constituição de 1976 permaneceu tempo demais como excepção exótica e negativa entre as democracias liberais e as economias de mercado que eram, naturalmente, o espaço da liberdade e o padrão de prosperidade que a maioria dos portugueses ambicionava. Numa palavra, quem denunciou a Constituição estava cheio de razão. E podemos afirmá-lo com institucionalismo, esse traço que separa a discordância politica – que mantemos – do respeito pela legalidade – que cumprimos.


Senhor Presidente,
Senhoras e Senhores Deputados,

Tudo o que começa mal dificilmente se equilibra. É certo que a Constituição já não é a de 1976 – e quanto mais mudar, no caminho da neutralidade ideológica, menos mal ficará. Também é certo que nem todas as normas são criticáveis ou igualmente censuráveis. Por exemplo, a tipologia dos direitos fundamentais é globalmente positiva, e a carência duma consciência dos deveres fundamentais é primeiramente cultural e só depois jurídica; de igual modo, a disciplina dos sistemas político e eleitoral provou suficientemente ao longo de dez legislaturas. Foi possível constituir os Governos que o povo soberano mandatou, e tem sido conciliável a eficiência das maiorias com a representatividade dos eleitores. O mal não está tanto nos métodos; o mal desta Constituição está em muitas das suas finalidades.

No essencial, a Constituição de 1976 é um erro histórico. Atrasou-nos, economicamente; equivocou-se, socialmente; excluiu-nos da realidade contemporânea; nunca uniu a Nação e ainda divide os partidos; acima de tudo, representa um ónus pesadíssimo para as gerações futuras.

Encaremos a realidade como ela é. Muitos dos nossos compatriotas – os mais jovens – já nasceram depois do império, depois da revolução, depois da Constituição e depois da integração europeia. Ora, qualquer relação entre a Constituição ideológica e a geração da globalização é mera coincidência. Recorrendo ao conhecido direito à indignação, é legitimo perguntar :

- Qual é o curioso contributo de uma “economia mista” para que Portugal se adapte à globalização?

- De que serve a obessão com a propriedade pública no tempo da competitividade entre economias de mercado?

- Que homenagem presta a mania planificadora à idade da tecnologia e da criatividade?

- Que sentido faz discriminar a propriedade e a iniciativa ao ponto de julgar a sua dimensão, precisamente quando o tempo dos portugueses mais novos é o do cosmopolitismo económico e do cosmopolitismo cultural?

- O que é a “auto-gestão”, no caminho inexorável para a competitividade?

- Como é possível não ver que a alegada “segurança no emprego” é, na realidade, uma certeza de desemprego, ou seja, a forma mais conservadora e ineficaz de enfrentar a livre circulação de pessoas e capitais, a mobilidade dos investimentos e a concorrência entre sistemas judiciais, fiscais e laborais?

- Qual espaço reservado à liberdade de escolha e à equidade, quando os sistemas sociais são concebidos com manifesto predomínio e aflitiva coercibilidade em favor do Estado e do sector público?

- Como pode manter-se na Constituição todo um programa socializante na saúde e na previdência, quando a mera observação da espiral das despesas e da exiguidade da demografia recomendariam prudência e bom senso, protegendo os mais fracos e salvaguardando os vindouros?

- Qual é a utilidade da “gestão democrática das escolas”, quando manifestamente os mais jovens precisam de escolas com boa gestão, ensino com excelência e avaliação com mérito?

- É aceitável que a Constituição se substitua ao povo soberano na definição de um verdadeiro programa de Governo na política fiscal?

São apenas exemplos. Podem ser outros, poderiam ser mais. Em nosso entender, a Constituição de 1976, é a matriz cultural do atraso português. O seu famigerado Preâmbulo é o testemunho acabado de um fracasso. Revela a arrogância própria dos processos revolucionários – como se a ideia de Portugal tivesse nascido numa manhã de Abril, ou numa manhã de Maio, nós que somos Estado-Nação há mais de oito séculos. Prossegue com uma frase infeliz para resumir cinco séculos da nossa história com outros povos, outras culturas, noutros continentes. E termina com o projectado caminho para uma sociedade socialista, quer o povo queira, quer não.

. Exemplos comparados:

a) Espanha e Portugal, Constituição consensual ou fraturante; desenvolvimento e atraso.

b) Constituição dos novos países da União Europeia (Polónia, Hungria, República Checa, Eslováquia, Eslovénia, Lituânia, Letónia, Estónia, etc.): a nossa Constituição é prolixa, as deles são enxutas; a nossa é programática, as deles pragmáticas; a nossa é socialista por obrigação, as deles são liberais sem imposição.

. Defesa de reforma aprofundada da Constituição, até se atingir um novo padrão constitucional (ideologicamente neutral, politicamente aceitável por todos).

PAULO PORTAS

discurso parlamentar, 5 de Abril de 2006

segunda-feira, abril 03, 2006

Europa Atlântico

« DESCUBRA AS DIFERENÇAS »
UM PROGRAMA DE OPINIÃO LIVRE E CONTRADITÓRIO ONDE O POLITICAMENTE CORRECTO É CORRIDO A 4 VOZES E NENHUMA FIGURA É POUPADA.
COM A (I)MODERAÇÃO GARANTIDA DE ANTONIETA LOPES DA COSTA
E A PRESENÇA PERMANENTE DE PAULO PINTO MASCARENHAS.
DOMINGOS 11H00. COM REPETIÇÃO ÀS 19H00.
RÁDIO: LISBOA 90.4 FM
«DESCUBRA AS DIFERENÇAS» UMA PARCERIA EUROPA-ATLÂNTICO.

quinta-feira, março 30, 2006

Munições 11

quarta-feira, março 01, 2006

Pelo Ocidente, Força de Civilização

Per l'Occidente é um «Apelo» subscrito por Ministros, Deputados e outros decisores da direita italiana. Enquanto por aqui não há nada parecido podemos ir até lá expressar a nossa solidariedade.

sábado, fevereiro 25, 2006

O Estado da Arte

Paulo Portas e a jornalista Clara de Sousa animarão um espaço de opinião «O Estado da Arte», programa com 40 minutos onde serão discutidos dois temas nacionais e dois temas internacionais. Quinzenalmente, à noite, na Sic-Notícias. Começa no dia 7 de Março.

Juventude Popular

segunda-feira, fevereiro 20, 2006

João Morais Leitão (1938-2006)

O elogio de
João Morais Leitão
por Adolfo Mesquita Nunes
no A Arte da Fuga

* * *

O CDS-PP promove uma sessão de homenagem ao fundador do CDS e antigo dirigente João Morais Leitão, recentemente falecido.
A sessão será presidida por José Luís Nogueira de Brito, e contará como oradores com Basílio Horta, António Bagão Félix, Narana Coissoró e Rui Pena, e terá lugar na Sede Nacional (Lg. Adelino Amaro da Costa) no dia 23 de Fevereiro (quinta-feira), às 21h45.

segunda-feira, fevereiro 13, 2006

Os colaboradores estão aí...

Uma mostra de arte em Milão ilustra, mais uma vez, as afinidades entre uma certa Esquerda (no caso luso, do BE a Sua Excelência o MNE) e a Jihad global. Numa série de telas que visam expor «a doença e a perversidade do American Way of Life”, encontramos um homem a ter relações sexuais com a Pantera Cor-de-Rosa, cenas de Abu Ghraib e Oriana Fallaci decapitada («o ícone paranóico de Oriana Fallaci, para sintetizar o medo do Ocidente»).
Apesar do mau gosto não contem connosco para vandalizar a embaixada de Itália ou queimar a tricolore. Um mundo separa-nos!!!
Giuseppe Veneziano - American Beauty

dal 19 gennaio al 18 Marzo 2006
Galleria Luciano Inga-Pinvia Pontaccio 12/a – Milano
info: tel. 02 87.42.37- info@lucianoingapin.com
Veja aqui todas as pinturas

M(S)inistro dos Negócios Estrangeiros

Freitas diz que Ocidente tem sido "agressor" em relação ao Médio Oriente
in Público 13.Fev.2006
****
Haja alguém que ofereça um cinto ou uns suspensórios ao Professor Doutor. Já começa a ser obsceno vê-lo sempre com as calças ao fundo das pernas.

segunda-feira, fevereiro 06, 2006

Pontos de vista

"O Profeta caricaturado!!!" "Nojento!!" "Escandaloso!!" "É preciso agir!!" No jornal: Bali, Israel, Egipto, Jordânia: atentados suicidas nos autocarros, discotecas, hotéis. Carnificinas no Sudão e na Argélia. Atentato contra o World Trade Center. Atentados à bomba em comboios e metros em Madrid e Londres. Irak: viaturas armadilhadas em ruas movimentadas.
Desenho de Tom
publicado em
Trouw (Amsterdam)

Devemos continuar reféns do petróleo?

SEMINÁRIO
ENERGIA E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL.
PORTUGAL NA ENCRUZILHADA
Sábado, 11 de Fevereiro, 15 horas, Hotel Atlântico (Estoril)
Programa (vide aqui)

sexta-feira, fevereiro 03, 2006

Pela Liberdade de Expressão...

... somos todos cartoonistas dinamarqueses!

quinta-feira, janeiro 26, 2006

Ainda há dúvidas??


«Parlamentares debatem "crimes do comunismo"
Os parlamentares do Conselho da Europa iniciaram hoje um debate-maratona sobre a necessidade de uma condenação internacional dos crimes dos regimes comunistas totalitários.Estão inscritos cerca de 50 oradores para debater um relatório do deputado sueco Goran Lindblad (PPE/DC, direita).O relatório defende, nomeadamente, "a necessidade urgente de um debate público sobre os crimes do comunismo e da sua condenação a nível internacional", 15 anos após a queda do bloco comunista na Europa.No seguimento do debate, os parlamentares devem pronunciar-se sobre projectos de resolução e de recomendação."Não condenamos os filósofos comunistas, mas sim os milhões de mortes - é isso que está hoje na ordem do dia", declarou o parlamentar húngaro Zslot Németh (PPE) durante o debate, antes de preconizar a instauração de um "dia memorial"."Este texto condena um pouco mais que os regimes totalitários.Condena também homens idealistas que se bateram pela liberdade, alguns dos quais estão nesta assembleia", retorquiu o socialista espanhol Luís Maria de Puig.»

terça-feira, janeiro 10, 2006

Presidenciais 2006

Continuamos a ser o «outro partido».
O inominável.

sexta-feira, janeiro 06, 2006

CDS-PP na gestão da CML

A vereadora do Partido Popular, Maria José Nogueira Pinto ficou com o pelouro da Habitação Social e a tutela da GEBALIS - Gestão de Bairros Municipais de Lisboa e irá tutelar um comissariado que terá como missão articular e coordenar todos os serviços e entidades dependentes da autarquia que intervêm na zona da Baixa- Chiado, com o objectivo de estabelecer uma estratégia de intervenção.
A vereadora do CDS-PP irá também coadjuvar o presidente da CML, Carmona Rodrigues, na redefinição do papel da Câmara na União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA).

quinta-feira, janeiro 05, 2006

Munições 10

Em defesa de uma Ideia e de um modo de vida
Oriana Fallaci intervista Oriana Fallaci
(Rizzoli, 2004, 126 pags.)

Auto-entrevista de uma mulher que tem a coragem de escrever sobre o outros e sobre si. Tema: o cancro moral que devora o Ocidente e o físico que a devora. O anti-ocidentalismo, o filo-islamismo, o paralelo com a Europa de 1938 e a Eurabia de hoje. As personagens: Berlusconi, Bush, a ONU, Kofi Annan… E ainda «A Força da Razão», os seus leitores, as recordações, a paixão política, o humor e a morte, de que fala sem medo.


Compra-se aqui.

terça-feira, dezembro 27, 2005

Munições 9

Hipocrisia esquerdista
Do As I Say (Not As I Do)
Profiles in Liberal Hypocrisy

Peter Schweizer

(Random House, 2005, 272 págs.)

Peter Schweizer mostra nesta obra a hipocrisia dos mais conhecidos liberais americanos. Numa série de 11 perfis dos ícones esquerdistas, de Noam Chomsky e Al Franken até Hillary Clinton e Ted Kennedy, passando por Barbra Streisand, George Soros e Michael Moore ficamos a saber que nenhum pratica aquilo que politicamente afirma.

Compra-se aqui.

sexta-feira, dezembro 23, 2005

Feliz Natal

Um Natal diferente:
Human Rights of Christians in Palestinian Society
Justus Reid Weiner
(Jerusalem Center for Public Affairs , 2005, 47 pgs.)

Entrevista com o
Autor
Compra-se
aqui.

domingo, dezembro 18, 2005

Munições 8

Magna Europa
Histoire et Tradition des Européens: 30000 ans d'identité
Dominique Venner
(Editions du Rocher, 2004, 273 pgs.)
Para Dominique Venner, a Europa não nasceu do tratado de Maastricht. Ela saiu de uma comunidade de cultura que remonta à mais longínqua pré-história. Define-se como uma civilização antiga, rica pelos povos que a constitui e usufruindo de uma mesma história e herança espiritual que frequentemente teve de defender.
Voltar às fontes é o objectivo desta obra que pretende ser uma metafísica da história. Aqui descobrimos o contributo para aquilo que somos desde os poemas homéricos, as lendas célticas e nórdicas, a herança romana, o imaginário medieval, o amor cortês… e seguiremos a busca da nossa tradição europeia autêntica, uma maneira de ser única na vida, na morte, no amor e no destino.
Compra-se aqui.

quinta-feira, dezembro 08, 2005

Micro causa 2

"APELO À VERDADE SOBRE A DESCOLONIZAÇÃO"
Um grupo de cidadãos empenhados em que se discuta "A VERDADE SOBRE A DESCOLONIZAÇÃO" lança uma
PETIÇÃO para a recolha de 4 000 assinaturas, ao abrigo do disposto na alínea a) ponto 1 do artigo 20 do Texto da Lei nº 43/90, publicado no Diário da República I Série n.º 184 de 10 de Agosto de 1990 com as alterações introduzidas pelas Leis nºs 6/93 e 15/2003, publicadas respectivamente nos Diários da República I Série A n.º 50 de 1 de Março de 1993 e n.º 129 de 4 de Junho de 2003.
http://www.descolonizacao.net/

sexta-feira, dezembro 02, 2005

Deputados Municipais com atendimento

Os Deputados Municipais de Lisboa do CDS-PP colocam ao dispôr de todos os munícipes, o seu Gabinete para atendimento.
Para isso, basta dirigir-se nos dias utéis ao edifício do Forum Lisboa, sito na Avenida de Roma, 14P, 3º andar.
Poderá colocar todas as questões que considere pertinentes sobre Lisboa: reclamações, sugestões, propostas e o que entender necessário para a defesa e salvaguarda dos interesses da nossa cidade.

Contactos:Telefone: 21 841 00 70 - Fax: 21 841 00 71
E-mail: aml.cds_pp@cm-lisboa.pt

sexta-feira, novembro 25, 2005

25 de novembro, sempre!

quarta-feira, novembro 23, 2005

25 de Novembro

25 de Novembro 1975 - os "Comandos" e o combate pela liberdade
Manuel Amaro Bernardo, Francisco Proença Garcia e Rui Domingues da Fonseca.
Prefácio do Gen. Tomé Pinto.
Título do livro publicado no aniversário da data que evoca. Uma obra de análise e relato detalhado dos acontecimentos daquela conturbada época da vida do nosso país.
Editado pela Associação de Comandos, tem 522 paginas+32 com fotos em extratexto.Formato: 17x24 cm.

Associação de Comandos
Av. Duque de Ávila, 124 - 4º E - 1050-084 LISBOA
Telefone: 213 538 373 - Fax: 213 578 775


* * *

Recordo, também, o jantar evocativo da data, organizado pelo CDS/PP, que ocorrerá no 25 de Novembro (Sexta-feira) às 20h00, no Restaurante da Residencial Jardim Amadora (frente ao Parque Central e junto à Câmara)
Informações e reservas para diogomoura@cds.pt ou para 912588657 / 218814748

terça-feira, novembro 22, 2005

Munições 7

Vladimir Volkoff (1933-2005), um Autor de Direita
Russo de nacionalidade francesa, ortodoxo, eslavo, soberanista, monárquico, defensor dos valores tradicionais, autor de inúmeras obras, antigo oficial dos serviços secretos e especialista em desinformação, Vladimir Volkoff deixou-nos em Setembro de 2005.
Autor prolifico, tem uma única obra editada em Portugal, Pequena História da Desinformação (Ed. Notícias, 272 págs.).

A desinformação, arma de guerra
Recentemente foi reeditado em França La désinformation arme de guerre, (textes de base présentés par Vladimir Volkoff, éditions L’Age d’Homme, col. Mobiles politiques, Nov. 2004, 279 p.).

Ao ler este livro estamos perante uma recolha de textos organizada por V. Volkoff sobre uma das mais velhas ocupações do mundo: a desinformação.
Aqui é abordado a subversão, a manipulação, a intoxicação e outras técnicas de propaganda características das diferentes escolas comunistas, que no sec. XX deram uma amplitude inigualável aos principais métodos de utilização ofensiva da informação: a escola do komitern (abordagem mundialista, técnicas de agit-prop), soviética (desinformação, manipulação das elites, caixas de ressonância), trotskista (entrismo e lavagem) e maoísta (combate do fraco contra o forte, contra-informação) tiveram um efeito profundamente renovador e, sobretudo sistematizado, na utilização da informação com fins ofensivos, subversivos e desestabilizadores.A quase totatidade dos autores citados por Volkoff, de Lénine a Arthur Koestler, passando por Tchakhotine, Alexandre Zinoviev, Roger Mucchielli, Michel Legris ou ainda John Barron situam os seus testemunhos e reflexões numa época em que as sociedades eram geradoras de identidade e de mobilização colectiva, nomeadamente por causa do poder monopolístico e algumas vezes fantasma dos mass media e de outras instituições de enquadramento político.


Compra-se aqui e aqui.

segunda-feira, novembro 21, 2005

Não passarão!


... e em 1975 não passaram, mesmo!!

O Dia da Liberdade comemora-se a
25 de Novembro
Sexta-feira - 20h00

no Restaurante da Residencial Jardim Amadora
(frente ao Parque Central e junto à Câmara)

Informações e reservas para
diogomoura@cds.pt ou para 912588657 / 218814748

terça-feira, novembro 15, 2005

Assembleia Concelhia

No passado dia 10 de Novembro realizou-se a primeira reunião da Assembleia Concelhia de Lisboa após as eleições autárquicas.
A mesa constituída pelo Presidente Telmo Correia, pelo Vice-Presidente Carlos Barroso, pelo Secretário António Rapoula e pela Presidente da Comissão Política da Concelhia de Lisboa, Orísia Roque, teve a oportunidade de conduzir uma Assembleia extremamente participativa, como há muito não se via. Foram muitos os militantes que não quiseram deixar de estar presentes.
Telmo Correia iniciou a sessão com a leitura de uma mensagem da Vereadora Maria José Nogueira Pinto, na qual agradecia toda o apoio dado, concretamente, pela Concelhia de Lisboa.Pelo coordenador da Comissão Autárquicas Lisboa 2005, foi feito o balanço das eleições autárquicas. Após ter deixado bem claro que os resultados obtidos não foram os esperados, quer na Capital, quer no resto do país, salientou que todos os órgãos concelhios de Lisboa têm o sentimento de dever cumprido.

Os militantes presentes foram informados das principais actividades desenvolvidas no âmbito do processo autárquico: preparação e entrega de listas, campanha eleitoral, constituição das mesas de voto e apoio directo aos candidatos.
De seguida, foi anunciada a decisão da Comissão Política Concelhia de Lisboa em criar o Gabinete Autárquico, cuja iniciativa foi por todos considerada extremamente positiva.
Após intervenções de vários militantes que abordaram o processo eleitoral e as expectativas de futuro, foi possível constatar o apoio maciço dos militantes à Concelhia de Lisboa e a aceitação das medidas tomadas.
Perante isso, Telmo Correia, apresentou um voto de louvor à Comissão Política Concelhia de Lisboa, particularmente na pessoa da sua Presidente, Orísia Roque, o qual foi aprovado por larga maioria.

Munições 6

A 5ª Coluna
Al Qaeda in Europe: The New Battleground of International Jihad
Lorenzo Vidino
(Prometheus Books, Nov. 2005, 300 págs.)

Compra-se aqui

Entrevista com Lorenzo Vidino

sexta-feira, novembro 11, 2005

Micro causa

Petição para tornar oficial
o Idioma Português nas Nações Unidas:
http://www.petitiononline.com/AB5555/petition.html

Munições 5

Anatomia de uma fraude intelectual
The Anti-Chomsky Reader
Peter Collier e David Horowitz (Encounter Books, 2004, 260 págs.)
O Professor Noam Chomsky é provavelmente um dos comentadores americanos mais lidos em todo o mundo. Desde os anos 60 que os seus livros e discursos são a base da propaganda anti-americana. O New Yorker's descreveu-o como «uma das mentes brilhantes do séc. XX». Apesar da influência que exerce os seus textos e biografia nunca foram analisados.
Em The Anti-Chomsky Reader, Peter Collier e David Horowitz debruçam-se sobre a obra de Noam Chomsky's para analisarem a sua carreira intelectual e a evolução do seu anti-americanismo. O ensaio, presente neste livro provocador, foca vários temas como o bizarro envolvimento de Chomsky no revisionismo do Holocausto, a apologia dos Kmer's Vermelhos e do assassino Pol Pot e, a comparação da política externa dos EUA na América Latina, dos anos 80, ao nazismo.

Compra-se aqui.

quinta-feira, novembro 10, 2005

Munições 4

O Islão em França
L’Islam en France - Revue Cités (PUF, 2004)
Este número da revista Cités propõe análises surpreendentes e interessantes sobre o Islão em França.

70 demógrafos, filólogos, antropólogos, historiadores, islamólogos, filósofos das religiões e outros intelectuais escrevem sobre este fenómemo religioso e muitos deles, contra as expectativas, não hesitam em analisar o carácter conflitual do encontro entre o Islão e o Ocidente e a manifesta «oposição de valores».
Compra-se aqui.

quarta-feira, novembro 09, 2005

Munições 3

O Casamento Gay: a ofensiva ideológica do lobby homossexual
Thibaud Collin, filósofo preocupado em entender a aspirações contemporâneas e os seus fundamentos ideológicos, escolheu como objecto de estudo a reivindicação do casamento gay, em França. Este combate dos militantes homossexuais é típica do debate de ideias da sociedade plural do início do sec. XIX: o uso de slogans como resumo de um pensamento, a preocupação por utilizar o sentimento de culpa como motor eficaz para o triunfo da causa, o simulacro de exercício democrático e a violência como principal ferramenta militante, são o cocktail que os filhos do Maio de 68, convertidos em hábeis utilizadores dos canais da sociedade do espectáculo, agitam para explodir o frágil equilíbrio da arte da convivência e atacarem a cultura ocidental.
Thibaud Collin, catedrático de filosofia, co-autor com Nicolas Sarkozy do livro de entrevistas La République, les Religions, l’Espérance (Cerf, 2004), ocupa-se do fenómeno mediatizado do casamento homossexual, com a perspicácia e a objectividade de um filósofo. Apesar de ser um tema da moda, é difícil falar dele racionalmente ou sem uma ponta de picardia. O controle ideológico dos bem-pensantes da sexualidade libertada é tal, que uma importante editora religiosa contratada para editar a obra recusou a edição da mesma com medo de represálias de Act Up e de outros grupos de pressão homossexual. Podemos discutir acerca da conquista espacial, de reformas da educação, da desflorestação da Guiné, porém, ai de quem tente abrir um debate sério e sincero sobre esta questão que viola a legislação francesa e a comunidade nacional enquanto modelo de estrutura social.
Le Mariage gay, les enjeux d’une revendication (Eyrolles, 160 págs.)
Compra-se aqui
Entrevista com Thibaud Collin

Lobo Xavier acusa PSD e PS de mentirem

Lobo Xavier acusa os Governos PSD e PS de «nunca falarem a verdade» sobre os Orçamentos de Estado. No segundo dia das Jornadas Parlamentares do CDS-PP, o antigo dirigente do partido afirmou que aqueles dois partidos têm mais semelhanças do que possa parecer.

O PS e o PSD têm mais em comum do que diferenças, desde logo no discurso político e nas responsabilidades pela situação social do país. Lobo Xavier agitou as Jornadas Parlamentares do CDS-PP com o dedo apontado aos dois partidos por não falarem a verdade, principalmente ao PS que tem no Orçamento de Estado uma «armadilha» para enganar os portugueses. «É falso que nos estejam a apresentar a verdade. É isso uma das coisas que nos distingue do PS e do PSD. A sensação que tenho quando vejo a política do PS em matéria das finanças é que estão a fazer um esforço para alcançar um equilíbrio com medidas extraordinárias para que depois tudo volte ao mesmo», afirmou. Lobo Xavier acusou ainda o Governo de iludir os portugueses no que respeita à política fiscal. «Os impostos não servem para fazer justiça, mas para financiar o Estado quanto às suas actividades essenciais e para tornar a economia de um país pequeno, periférico, mais competitiva. É preciso assumir isto com tranquilidade. Eles vão dizer que somos contra os pobres e a protecção social, mas não, actualmente os impostos não existem para fazer justiça», defendeu. Este antigo dirigente dos democratas-cristãos contesta ainda o aumento de impostos e o Orçamento de Estado, justificando o voto contra do CDS-PP em relação ao Orçamento de Estado, numas jornadas onde falou dos dramas do partido que quer ser diferente do PSD, mas tem muitos «complexos, preconceitos e mitos» por destruir.

in TSF

terça-feira, novembro 08, 2005

"Noites à Direita" e o estado da economia

NOITES À DIREITA*

*projecto liberal

António Borges e Daniel Bessa são os convidados principais de mais uma sessão das Noites à Direita*Projecto Liberal, desta vez com a moderação do director do "Diário Económico", Martim Avillez Figueiredo. Uma semana depois da aprovação do Orçamento de Estado para 2006, vamos ouvir quem mais sabe sobre o assunto. Mas não ficaremos por discussões técnicas, porque o que está em causa são as políticas e o futuro de Portugal.

Numa conversa aberta a todos, António Borges e Daniel Bessa serão convidados a debater o que está em causa para o presente e para o futuro económico e político do nosso País: até onde deve ir a intervenção do Estado na Economia, será que o modelo social está totalmente esgotado ou é ainda reformável, como é possível combater o défice e o desemprego, aumentando a produtividade, que reformas e privatizações são essenciais, ou qual é o papel de Portugal numa economia cada vez mais globalizada.

Dia 16 de Novembro, pelas 20h30, na Sociedade de Geografia, junto ao Coliseu de Lisboa.

Não Perca. Você é o nosso convidado principal.

Os promotores: António Pires de Lima, Leonardo Mathias, Luciano Amaral, Filipa Correia Pinto, Manuel Falcão, Pedro Lomba, Rui Ramos e Paulo Pinto Mascarenhas.

http://www.direitaliberal.blogspot.com/

Sarkozy não foi a Mar del Plata

Diego Armando Maradona liderou uma manifestação contra George W. Bush durante a Cimeira das Américas, realizada em Mar del Plata, na Argentina. Apesar de Nicolas Sarkozy não andar por perto, também foram incendiados carros, saqueados bancos e houve confrontos com a Polícia. Por ali só havia amigos de Castro, Chávez, Maradona e Louçã.
José Bourbon Ribeiro in O Acidental

sexta-feira, novembro 04, 2005

Somos oposição

A vereadora eleita pelo CDS-PP para a Câmara de Lisboa, Maria José Nogueira Pinto, anunciou hoje que ficará na oposição, sem pelouros, e responsabilizou o PSD pela impossibilidade de chegar a acordo.
Segundo a vereadora, o presidente da Câmara, Carmona Rodrigues, chamou-a quarta-feira ao seu gabinete a escassos minutos da sessão de Câmara para lhe dizer que não era "útil nem oportuno, nem adequado fazer qualquer coligação com o CDS-PP".
A autarca considerou que o PSD levou quinze dias para tomar uma decisão que poderia ter tomado em cinco e que Carmona Rodrigues foi "manietado pelo partido".
Nogueira Pinto advertiu ainda que não vai servir de álibi a uma eventual incapacidade dos sociais-democratas cumprirem as promessas que fizeram em campanha eleitoral.
"A nossa presença na Câmara não constitui um obstáculo para que o professor Carmona Rodrigues cumpra as 309 promessas que fez aos lisboetas", disse a vereadora democrata-cristã.
Maria José Nogueira Pinto afirmou que a ausência de um acordo não se deveu a nenhuma exigência do PSD que não pudesse ser satisfeita.
No dia em que assumiu o cargo de presidente da Câmara, na última sexta-feira, Carmona Rodrigues disse não estar "stressado" com o facto de ainda não existir acordo com o CDS-PP, lembrando que o anterior executivo também não tinha ainda feito coligação com Paulo Portas quando tomou posse.
Na mesma ocasião, Nogueira Pinto declarara que só aceitaria uma coligação com o PSD se houvesse "condições para assegurar a governabilidade no quadro de uma razoabilidade" e afirmara que apenas aceitaria pelouros que estivessem no âmbito das suas competências.
Recordando o processo negocial com o PSD, a vereadora afirmou hoje que tinha manifestado vontade de assumir a área da acção social e da habitação social e a tutela da Gebalis, admitindo mesmo que a administração daquela empresa municipal fosse nomeada pelo PSD.
Nogueira Pinto afirmou ainda que, embora muito ligada à acção social (foi Provedora da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa), tem um curriculum muito diversificado e manifestou disponibilidade para assumir outras pastas, apresentando como hipótese o património, recursos humanos ou organização, aprovisionamento e gestão.
Quanto ao futuro, Nogueira Pinto disse que fica na autarquia na oposição, sem pelouros, a tempo inteiro, e sem ordenado.
Afirmou que vai estar particularmente atenta às medidas do executivo camarário relativamente às pessoas com deficiência, à toxicodependência, aos comerciantes, à Autoridade Metropolitana de Transportes, problemas comuns aos programas do PSD e do CDS-PP.
"Estarei também particularmente atenta ao arrumar da casa, pôr as contas em ordem e aos regulamentos", disse.
A vereadora avisou que não vai estar ao lado "de nenhuma megalomania" e nesse quadro incluiu o projecto do Parque Mayer.
"Se o Parque Mayer for novamente um desígnio deste executivo, não tem o nosso voto. Se a reabilitação urbana for um negócio imobiliário puro e duro para Lisboa não tem o nosso voto", declarou.
Questionada pelos jornalistas sobre se se sentiu enganada durante este período de conversações, Maria José Nogueira Pinto rejeitou esse sentimento, considerando que Carmona Rodrigues é uma "pessoa educadíssima" da qual não tem qualquer razão de queixa e que foi apenas "o mensageiro" (do PSD) enquanto ela teve "total confiança e autonomia da direcção do partido".

Lusa

quarta-feira, novembro 02, 2005

Munições 2

Olhos nos olhos!
Géneration Battisti - ils ne voulaient pas savoir
Guillaume Perrault (Plon, 2005)
Aproveitando a mediatização em torno do pedido de extradição do Governo italiano às autoriades francesas do terrorista Battisti (executor de crimes de sangue) e da mobilização da extrema-esquerda na defesa do criminoso, o autor oferece-nos esta obra sobre os «bloquistas» franceses a quem chama les intellos les plus myopes du monde.
O estilo trotsko, a arrogância e a supremacia moral dos órfãos da revolução.

Compra-se aqui

segunda-feira, outubro 31, 2005

Hasta la Libertad Siempre!

As «Damas de Blanco», mulheres e filhas de dissidentes cubanos, celebram a atribuição do Prémio Sakharov para Liberdade de Pensamento 2005 . Recordamos que esta candidatura foi apresentada pelo Presidente do CDS-PP José Ribeiro e Castro e por Gerardo Galeote Quecedo, deputados do Grupo PPE-DE.

Cuba Livre

Um grupo de integrantes do movimento "Damas de Blanco" mantêm a esperança de obter do governo cubano a autorização para participar na cerimónia de entrega do Prémio Sakharov concedido pelo Parlamento Europeu.
in: Cubanet

quinta-feira, outubro 27, 2005

Cuba: Damas de Blanco vencem Sakharov 2005

Vitória para a luta pela Democracia em Cuba: A candidatura das Damas de Blanco ao Prémio Sakharov para a Liberdade de Pensamento 2005 apresentada pelo Presidente do CDS-PP José Ribeiro e Castro e por Gerardo Galeote Quecedo, deputados do Grupo PPE-DE, foi uma das vencedoras do Prémio Sakharov 2005 para a Liberdade de Pensamento.Este prémio anual, hoje concedido pelo Parlamento Europeu, tem por patrono o dissidente soviético Andrei Sakharov e visa galardoar personalidades ou entidades que se destaquem na defesa dos direitos humanos e das liberdades fundamentais. As “Damas de Blanco” são um grupo de mulheres, vestidas com a cor da paz, que todos os Domingos caminha pacificamente pelas ruas de Havana para pedir às autoridades cubanas a libertação dos seus parentes, arbitrariamente presos desde a Primavera de 2003, condenados sumariamente a penas de prisão brutais. Este facto constitui uma importante vitória e justo reconhecimento internacional pela sua acção pacífica, persistente e empenhada em prol da democracia e do respeito pelos Direitos Humanos em Cuba. Foram também galardoados com o Prémio Sakharov deste ano a advogada nigeriana Hauwa Ibrahim, defensora dos direitos das Mulheres e os Repórteres sem Fronteiras. Esta organização internacional luta pela liberdade de imprensa em todo o mundo e tem-se destacado ultimamente na denúncia dos atropelos à liberdade da imprensa em Cuba.Recorda-se que o reconhecimento do Parlamento Europeu pela luta pela liberdade e democracia naquele país motivou já a anterior atribuição do Prémio Sakharov 2002 a Oswaldo Payá Sardiñas, líder do Movimiento Cristiano de Liberación.Esta iniciativa de Ribeiro e Castro vem na linha das diversas acções que o líder democrata-cristão tem desenvolvido no quadro das instituições europeias em favor da transição pacífica de Cuba para a democracia.

Curiosidade in Lobby de Aveiro
Parece que ontem metade do coro nacional cubano, em digressão pelo Canadá, fugiu. Curiosamente não encontro uma única referência ao facto na comunicação social portuguesa.

sexta-feira, outubro 21, 2005

Debate sobre o aborto

A JP de Lisboa não pára!!!
Depois do debate ontem organizado pela Concelhia sobre o papel do CDS nas eleições presidenciais, que contou com a presença de cerca de 65 pessoas, a JP Lisboa está já a preparar o próximo debate sobre a questão do Aborto.
Este debate realiza-se no dia 7 de Novembro, às 21.00 horas.
Objectivo:O objectivo deste debate é preparar cada um de nós para uma futura campanha contra a interrupção voluntária da gravidez. Apesar do referendo ainda não estar marcado, é importante que todos saibamos defender o NÃO com argumentos fortes e válidos. Assim, esta questão será debatida nas mais importantes perspectivas: científica, ética, legal e religiosa.
Desta forma, poderemos dar início a uma campanha individual feita no dia-a-dia, abordando esta questão com todas as pessoas com quem lidamos. É mais importante individualmente e aos poucos fazer ver às pessoas que um aborto é um crime, do que fazer uma campanha conjunta, às pressas e sem resultados práticos.
Se, com a nossa campanha, conseguirmos fazer com que, mais uma vez, vença o NÃO no referendo e, se assim se salvar ao menos uma vida, já valeu a pena.

Convidados: A publicar oportunamente.
Questões a debater:
O que é a lei da interrupção voluntária da gravidez? O que diz?
Como será a pergunta colocada aos cidadãos no referendo? Está juridicamente bem feita?
A partir de que momento é que se pode dizer que um feto é uma vida humana? Desde a concepção? A partir dos quatro meses de gestação? Só a partir do momento em que nasce?
O que é a interrupção voluntária da gravidez?
Como é feita? Com que métodos? Em que condições?
O Estado Português tem condições económicas e logísticas para, no caso de ser aprovado o novo projecto-lei, dar a todas as mulheres que pretendem fazer um aborto todas as condições para que ele seja feito em segurança para a mulher?
As mulheres que recorrem actualmente aos “vãos de escada” para fazer um aborto irão deixar de o fazer se a lei for aprovada? Ou será que essas mulheres o fazem por terem vergonha do seu acto e por quererem que ninguém saiba?
Todos os médicos, enfermeiros e auxiliares de acção médica serão obrigados a fazer um aborto às mulheres que o peçam?
Em que consiste o juramento de Hipócrates?
O que diz o Código Deontológico da Ordem dos Médicos a este respeito?
Porque é que a Igreja Católica é contra o aborto? Como vê a Igreja a vida humana?
Sendo o aborto um crime porque não devemos penalizar criminalmente as mulheres que o praticam?
Não será o aborto um acto de cobardia, uma vez que a mãe ainda não sentiu o filho na sua barriga e que ainda não teve de o olhar nos olhos e de lhe pegar ao colo? Será que se a interrupção voluntária da gravidez fosse permitida até ao fim do período de gestação (nove meses) as mulheres ainda seriam capazes de abortar?
Em vez do Estado gastar dinheiro de todos os contribuintes (dos que são a favor, mas também dos que são contra) a criar condições às mulheres para recorrer ao aborto, porque é que o Estado não utiliza esse dinheiro para melhorar a rapidez dos processos de adopção e para dar mais apoio às instituições de recolhimento de crianças abandonadas?
Não será melhor dar a um casal estéril a alegria de poder adoptar rapidamente uma criança, do que ajudar uma mulher a tirar a vida ao próprio filho?
Será que é mais duro e violento para uma mulher dar um filho para adopção do que impedi-lo de nascer?
Contamos com a vossa presença!!!
Maria Pia Diniz e Carlos Oliveira Andrade

sexta-feira, outubro 14, 2005

Carta da Presidente da CPC Lisboa do CDS-PP

"Caro(a) Cabeça de Lista,
Enquanto Presidente da Concelhia de Lisboa do CDS-PP escrevo esta carta aos 53 cabeças de lista das freguesias para agradecer o empenho e dedicação que depositaram nesta campanha autárquica lisboeta. Estendo este reconhecimento a todos aqueles que compuseram as vossas listas, e peço-vos que lhes transmitam este sentido agradecimento da Concelhia de Lisboa.
A Concelhia de Lisboa mobilizou todos os seus recursos humanos e financeiros para que o CDS-PP na campanha para as freguesias, assembleia municipal e câmara municipal atingisse os objectivos a que nos propúnhamos.
Fazendo uma análise dos resultados do CDS-PP nestas eleições autárquicas constatamos o seguinte: a nível nacional o Partido diminuiu o número de câmaras municipais sob a sua presidência; aumentou a sua representação em termos do número de câmaras municipais em que foi em coligação; diminui a sua votação a nível nacional; e diminui a votação e o número de mandatos autárquicos no Concelho e Distrito de Lisboa.
O Partido no Concelho de Lisboa diminuiu a sua votação face às últimas eleições autárquicas, o que fez diminuir o número de eleitos para as freguesias e assembleia municipal, mas felizmente conseguimos manter um vereados na Câmara Municipal de Lisboa.
A campanha encabeçada pela Dr.ª Maria José Nogueira Pinto à Câmara Municipal de Lisboa foi reconhecida por todos como uma campanha que tocou os verdadeiros problemas da Cidade. Foi uma campanha racional, com ideias, e com um verdadeiro projecto para Lisboa.
Fui, e fomos todos testemunhas do trabalho e empenho que a Dr.ª Maria José Nogueira Pinto e que o Dr. Telmo Correia tiveram nesta campanha eleitoral, mas também pude testemunhar a dedicação de todos aqueles que se candidataram nas 53 freguesias da Cidade.
O papel incansável da Concelhia de Lisboa da Juventude Popular nesta campanha tem que ser enaltecido e valorizado pelo enorme sentido de responsabilidade que demonstraram.
Tenho consciência, depois de todas as expectativas criadas, e depois de todo o trabalho que foi desenvolvido, que hoje não podemos "cantar vitória", mas podemos todos começar a preparar as eleições autárquicas de 2009.

A Presidente da Concelhia de Lisboa
Maria Orísia Roque

terça-feira, outubro 11, 2005

Resultados eleitorais

PS - 2112 votos (31.68%) - 5 mandatos
PPD/PSD - 1721 votos (25.82%) - 4 mandatos
PCP/PEV - 1540 votos (23.10%) - 3 mandatos
BE - 530 votos (7.95%) - 1 mandato
CDS/PP - 265 votos (3.98%)
PCTP/MRPP - 186 votos (2.79%)

inscritos: 12686
votantes: 6666 (52.55%)
brancos: 173 (2.60%)
nulos: 139 (2.09%)

Acompanhando a tendência geral que se registou na cidade de Lisboa, o CDS/PP desceu consideravelmente a sua percentagem de votos na freguesia do Beato e perdeu o mandato conquistado em 2001.
Recusando a pêcêsização pós-eleitoral que fez escola e que teima em alastrar, não transformamos a derrota em vitória e assumimos a responsabilidade da mesma. Os resultados do CDS/PP são preocupantes e merecem uma profunda reflexão.
Fica o empenho e a satisfação pela eleição da Vereadora Maria José Nogueira Pinto, que conduziu uma campanha baseada em Ideias para Lisboa e para os lisboetas. Podemos continuar a afirmar que tinhamos a melhor candidata! E seguramente teremos a melhor Vereadora!
Resta agradecer à Concelhia de Lisboa e à Juventude Popular o apoio dado durante a campanha eleitoral.
A freguesia do Beato deixou de ser governada pelo PC. Ao actual Presidente da Junta, Hugo Xambre Pereira (PS) endereçamos os parabéns pela vitória e fazemos votos que o seu trabalho seja uma mais valia para a qualidade de vida dos habitantes da freguesia.
Assinalo ainda que os militantes do Beato vão continuar a exercer o seu direito e dever de cidadania nesta freguesia. Como tal, o blogue mantém a actividade.
Uma última nota para agradecer aos 265 eleitores que, perante o desânimo e o engano do voto útil, se mantiveram fiéis ao espírito e ao ideário da Direita. Um país em que a Direita não existe não é um país decente.
Júlio Sequeira

quinta-feira, outubro 06, 2005

Vota CDS-PP

clique na imagem para ampliar

sexta-feira, setembro 30, 2005

Lisboa está mais bonita!

Mistério...

A Junta de Freguesia do Beato tinha um site virtual. Tinha... porque nas últimas semanas foi retirado... Alguém sabe o motivo?

quarta-feira, setembro 28, 2005

Munições 1

Beato (V)














Parque infantil (Rua Aquiles Machado) parcialmente destruído, constituindo um perigo para as crianças que ali brincam.

Beato (IV)

Mercado, sem condições de higiene, em frente à Escola Luís António Verney.

Beato (III)

A par das ligações deficientes a nivel de transportes urbanos dentro da freguesia, nomeadamente no eixo Madre de Deus-Xabregas-Picheleira encontramos uma falta permanente de estacionamento, o que motiva o parqueamento constante de viaturas em cima dos passeios, originando a degradação dos mesmos e impedindo a normal circulação dos peões. (vide foto: Calçada da Picheleira).

Maria José Nogueira Pinto na TSF

Maria José Nogueira Pinto quer fim da burocratização
A candidata do CDS/PP à câmara de Lisboa quer acabar com a burocratização camarária com a «política do sim». Em entrevista à TSF, Maria José Nogueira Pinto apresentou ainda uma forma de colocar em Lisboa casais com casa na periferia. (texto e som)

O voto inútil

Miguel Freitas da Costa disserta sobre o voto inútil nas próximas eleições para a CML in DN 27/09/05

sexta-feira, setembro 23, 2005

Resultado do Rally Paper

A equipa Oriental composta por candidatos às freguesias do Beato, Marvila e Santa Isabel (hi Daisy) classificou-se em 6º lugar no Rally Paper do passado Domingo. Parabéns à Concelhia de Lisboa da Juventude Popular que organizou o evento.

quinta-feira, setembro 22, 2005

Beato (II)













Parque de sucata: este cenário urbano surrealista (uma homenagem ao «leste»?) situa-se na Rua Gualdim Pais, na fronteira das freguesias do Beato e São João e deve ser objecto de acção conjunta no sentido de saneamento e recuperação daquele espaço,