Terça-feira, Abril 25, 2006

Eleições em Lisboa

Decorreram esta sexta-feira as eleições para Delegados ao XXI Congresso do CDS-PP, a realizar nos dias 6 e 7 de Maio na Batalha.
Tendo-se apresentado duas candidaturas, uma encabeçada pelo militante Telmo Correia (lista A) e outra pela militante Leonor Sameiro de Sousa (lista B), as urnas encerraram às 22h, contando com 209 votantes.
A lista A obteve 162 votos, elegendo 34 delegados, e a lista B obteve 47, elegendo assim 9 delegados.
Lisboa estará representada por 43 delegados eleitos e ainda por militantes com inerência.


in http://cds-pp-lisboa.blogspot.com/

Domingo, Abril 09, 2006

Outros partidos sexy's

buona fortuna per domenica

Sábado, Abril 08, 2006

O Partido Sexy

depois acordei e não era bem assim...

Sexta-feira, Abril 07, 2006

A matriz cultural do atraso português: 30 anos da Constituição

Senhor Presidente,
Senhora e Senhores Deputados,

“O povo está acima da Constituição, não é a Constituição que está acima do povo” – com esta frase, Vítor Sá Machado resumia, de modo lapidar, o voto contra do CDS face ao texto constitucional. Passaram trinta anos e o mínimo que se pode dizer é que a Constituição socialista de 1976 se desactualizou, enquanto o protesto personalista do CDS mantém uma inapelável modernidade.

De todos os factos da vida do CDS, posso afirmar que este – o voto contra a Constituição –, foi o mais importante, o mais visionário e o mais necessário.

O mais importante, pelo que significou de coragem e representação; sem a nossa oposição, o documento constituinte beneficiaria de uma falsa unanimidade, incompatível como o principio de confronto político que o inspira. O mais visionário, porque a ruptura solitária do CDS com a legitimidade revolucionária não visava qualquer contra-revolução; abria caminho, como efectivamente abriu, à afirmação pura e simples da legitimidade democrática. O “não” do CDS espalhou-se e disseminou-se: em 1982, moldaria a abertura política e, em 1989, inspiraria a abertura económica. Faz por isso todo o sentido afirmar, hoje, que o “não” do CDS ao texto inicial é consequente com o “sim” do CDS às correcções seguintes. Politicamente, faz até sentido dizer mais – cada deputado do PS e do PSD que contribuíu para as revisões democratizadoras, evidentemente transportava nesse voto um pedaço do voto dos deputados do CDS que não se intimidaram, em plena fúria revolucionária. Acresce, por fim, que a nossa oposição foi a mais necessária. O motivo é simples: a Constituição de 1976 não tinha adesão à realidade e por isso, aliás, sempre teve um escasso valor sociológico. Por não ter adesão à realidade, a Constituição de 1976 permaneceu tempo demais como excepção exótica e negativa entre as democracias liberais e as economias de mercado que eram, naturalmente, o espaço da liberdade e o padrão de prosperidade que a maioria dos portugueses ambicionava. Numa palavra, quem denunciou a Constituição estava cheio de razão. E podemos afirmá-lo com institucionalismo, esse traço que separa a discordância politica – que mantemos – do respeito pela legalidade – que cumprimos.


Senhor Presidente,
Senhoras e Senhores Deputados,

Tudo o que começa mal dificilmente se equilibra. É certo que a Constituição já não é a de 1976 – e quanto mais mudar, no caminho da neutralidade ideológica, menos mal ficará. Também é certo que nem todas as normas são criticáveis ou igualmente censuráveis. Por exemplo, a tipologia dos direitos fundamentais é globalmente positiva, e a carência duma consciência dos deveres fundamentais é primeiramente cultural e só depois jurídica; de igual modo, a disciplina dos sistemas político e eleitoral provou suficientemente ao longo de dez legislaturas. Foi possível constituir os Governos que o povo soberano mandatou, e tem sido conciliável a eficiência das maiorias com a representatividade dos eleitores. O mal não está tanto nos métodos; o mal desta Constituição está em muitas das suas finalidades.

No essencial, a Constituição de 1976 é um erro histórico. Atrasou-nos, economicamente; equivocou-se, socialmente; excluiu-nos da realidade contemporânea; nunca uniu a Nação e ainda divide os partidos; acima de tudo, representa um ónus pesadíssimo para as gerações futuras.

Encaremos a realidade como ela é. Muitos dos nossos compatriotas – os mais jovens – já nasceram depois do império, depois da revolução, depois da Constituição e depois da integração europeia. Ora, qualquer relação entre a Constituição ideológica e a geração da globalização é mera coincidência. Recorrendo ao conhecido direito à indignação, é legitimo perguntar :

- Qual é o curioso contributo de uma “economia mista” para que Portugal se adapte à globalização?

- De que serve a obessão com a propriedade pública no tempo da competitividade entre economias de mercado?

- Que homenagem presta a mania planificadora à idade da tecnologia e da criatividade?

- Que sentido faz discriminar a propriedade e a iniciativa ao ponto de julgar a sua dimensão, precisamente quando o tempo dos portugueses mais novos é o do cosmopolitismo económico e do cosmopolitismo cultural?

- O que é a “auto-gestão”, no caminho inexorável para a competitividade?

- Como é possível não ver que a alegada “segurança no emprego” é, na realidade, uma certeza de desemprego, ou seja, a forma mais conservadora e ineficaz de enfrentar a livre circulação de pessoas e capitais, a mobilidade dos investimentos e a concorrência entre sistemas judiciais, fiscais e laborais?

- Qual espaço reservado à liberdade de escolha e à equidade, quando os sistemas sociais são concebidos com manifesto predomínio e aflitiva coercibilidade em favor do Estado e do sector público?

- Como pode manter-se na Constituição todo um programa socializante na saúde e na previdência, quando a mera observação da espiral das despesas e da exiguidade da demografia recomendariam prudência e bom senso, protegendo os mais fracos e salvaguardando os vindouros?

- Qual é a utilidade da “gestão democrática das escolas”, quando manifestamente os mais jovens precisam de escolas com boa gestão, ensino com excelência e avaliação com mérito?

- É aceitável que a Constituição se substitua ao povo soberano na definição de um verdadeiro programa de Governo na política fiscal?

São apenas exemplos. Podem ser outros, poderiam ser mais. Em nosso entender, a Constituição de 1976, é a matriz cultural do atraso português. O seu famigerado Preâmbulo é o testemunho acabado de um fracasso. Revela a arrogância própria dos processos revolucionários – como se a ideia de Portugal tivesse nascido numa manhã de Abril, ou numa manhã de Maio, nós que somos Estado-Nação há mais de oito séculos. Prossegue com uma frase infeliz para resumir cinco séculos da nossa história com outros povos, outras culturas, noutros continentes. E termina com o projectado caminho para uma sociedade socialista, quer o povo queira, quer não.

. Exemplos comparados:

a) Espanha e Portugal, Constituição consensual ou fraturante; desenvolvimento e atraso.

b) Constituição dos novos países da União Europeia (Polónia, Hungria, República Checa, Eslováquia, Eslovénia, Lituânia, Letónia, Estónia, etc.): a nossa Constituição é prolixa, as deles são enxutas; a nossa é programática, as deles pragmáticas; a nossa é socialista por obrigação, as deles são liberais sem imposição.

. Defesa de reforma aprofundada da Constituição, até se atingir um novo padrão constitucional (ideologicamente neutral, politicamente aceitável por todos).

PAULO PORTAS

discurso parlamentar, 5 de Abril de 2006

Segunda-feira, Abril 03, 2006

Europa Atlântico

« DESCUBRA AS DIFERENÇAS »
UM PROGRAMA DE OPINIÃO LIVRE E CONTRADITÓRIO ONDE O POLITICAMENTE CORRECTO É CORRIDO A 4 VOZES E NENHUMA FIGURA É POUPADA.
COM A (I)MODERAÇÃO GARANTIDA DE ANTONIETA LOPES DA COSTA
E A PRESENÇA PERMANENTE DE PAULO PINTO MASCARENHAS.
DOMINGOS 11H00. COM REPETIÇÃO ÀS 19H00.
RÁDIO: LISBOA 90.4 FM
«DESCUBRA AS DIFERENÇAS» UMA PARCERIA EUROPA-ATLÂNTICO.

Quinta-feira, Março 30, 2006

Munições 11

Quarta-feira, Março 01, 2006

Pelo Ocidente, Força de Civilização

Per l'Occidente é um «Apelo» subscrito por Ministros, Deputados e outros decisores da direita italiana. Enquanto por aqui não há nada parecido podemos ir até lá expressar a nossa solidariedade.

Sábado, Fevereiro 25, 2006

O Estado da Arte

Paulo Portas e a jornalista Clara de Sousa animarão um espaço de opinião «O Estado da Arte», programa com 40 minutos onde serão discutidos dois temas nacionais e dois temas internacionais. Quinzenalmente, à noite, na Sic-Notícias. Começa no dia 7 de Março.

Juventude Popular

Segunda-feira, Fevereiro 20, 2006

João Morais Leitão (1938-2006)

O elogio de
João Morais Leitão
por Adolfo Mesquita Nunes
no A Arte da Fuga

* * *

O CDS-PP promove uma sessão de homenagem ao fundador do CDS e antigo dirigente João Morais Leitão, recentemente falecido.
A sessão será presidida por José Luís Nogueira de Brito, e contará como oradores com Basílio Horta, António Bagão Félix, Narana Coissoró e Rui Pena, e terá lugar na Sede Nacional (Lg. Adelino Amaro da Costa) no dia 23 de Fevereiro (quinta-feira), às 21h45.

Segunda-feira, Fevereiro 13, 2006

Os colaboradores estão aí...

Uma mostra de arte em Milão ilustra, mais uma vez, as afinidades entre uma certa Esquerda (no caso luso, do BE a Sua Excelência o MNE) e a Jihad global. Numa série de telas que visam expor «a doença e a perversidade do American Way of Life”, encontramos um homem a ter relações sexuais com a Pantera Cor-de-Rosa, cenas de Abu Ghraib e Oriana Fallaci decapitada («o ícone paranóico de Oriana Fallaci, para sintetizar o medo do Ocidente»).
Apesar do mau gosto não contem connosco para vandalizar a embaixada de Itália ou queimar a tricolore. Um mundo separa-nos!!!
Giuseppe Veneziano - American Beauty

dal 19 gennaio al 18 Marzo 2006
Galleria Luciano Inga-Pinvia Pontaccio 12/a – Milano
info: tel. 02 87.42.37- info@lucianoingapin.com
Veja aqui todas as pinturas

M(S)inistro dos Negócios Estrangeiros

Freitas diz que Ocidente tem sido "agressor" em relação ao Médio Oriente
in Público 13.Fev.2006
****
Haja alguém que ofereça um cinto ou uns suspensórios ao Professor Doutor. Já começa a ser obsceno vê-lo sempre com as calças ao fundo das pernas.

Segunda-feira, Fevereiro 06, 2006

Pontos de vista

"O Profeta caricaturado!!!" "Nojento!!" "Escandaloso!!" "É preciso agir!!" No jornal: Bali, Israel, Egipto, Jordânia: atentados suicidas nos autocarros, discotecas, hotéis. Carnificinas no Sudão e na Argélia. Atentato contra o World Trade Center. Atentados à bomba em comboios e metros em Madrid e Londres. Irak: viaturas armadilhadas em ruas movimentadas.
Desenho de Tom
publicado em
Trouw (Amsterdam)

Devemos continuar reféns do petróleo?

SEMINÁRIO
ENERGIA E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL.
PORTUGAL NA ENCRUZILHADA
Sábado, 11 de Fevereiro, 15 horas, Hotel Atlântico (Estoril)
Programa (vide aqui)

Sexta-feira, Fevereiro 03, 2006

Pela Liberdade de Expressão...

... somos todos cartoonistas dinamarqueses!

Quinta-feira, Janeiro 26, 2006

Ainda há dúvidas??


«Parlamentares debatem "crimes do comunismo"
Os parlamentares do Conselho da Europa iniciaram hoje um debate-maratona sobre a necessidade de uma condenação internacional dos crimes dos regimes comunistas totalitários.Estão inscritos cerca de 50 oradores para debater um relatório do deputado sueco Goran Lindblad (PPE/DC, direita).O relatório defende, nomeadamente, "a necessidade urgente de um debate público sobre os crimes do comunismo e da sua condenação a nível internacional", 15 anos após a queda do bloco comunista na Europa.No seguimento do debate, os parlamentares devem pronunciar-se sobre projectos de resolução e de recomendação."Não condenamos os filósofos comunistas, mas sim os milhões de mortes - é isso que está hoje na ordem do dia", declarou o parlamentar húngaro Zslot Németh (PPE) durante o debate, antes de preconizar a instauração de um "dia memorial"."Este texto condena um pouco mais que os regimes totalitários.Condena também homens idealistas que se bateram pela liberdade, alguns dos quais estão nesta assembleia", retorquiu o socialista espanhol Luís Maria de Puig.»

Terça-feira, Janeiro 10, 2006

Presidenciais 2006

Continuamos a ser o «outro partido».
O inominável.

Sexta-feira, Janeiro 06, 2006

CDS-PP na gestão da CML

A vereadora do Partido Popular, Maria José Nogueira Pinto ficou com o pelouro da Habitação Social e a tutela da GEBALIS - Gestão de Bairros Municipais de Lisboa e irá tutelar um comissariado que terá como missão articular e coordenar todos os serviços e entidades dependentes da autarquia que intervêm na zona da Baixa- Chiado, com o objectivo de estabelecer uma estratégia de intervenção.
A vereadora do CDS-PP irá também coadjuvar o presidente da CML, Carmona Rodrigues, na redefinição do papel da Câmara na União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA).

Quinta-feira, Janeiro 05, 2006

Munições 10

Em defesa de uma Ideia e de um modo de vida
Oriana Fallaci intervista Oriana Fallaci
(Rizzoli, 2004, 126 pags.)

Auto-entrevista de uma mulher que tem a coragem de escrever sobre o outros e sobre si. Tema: o cancro moral que devora o Ocidente e o físico que a devora. O anti-ocidentalismo, o filo-islamismo, o paralelo com a Europa de 1938 e a Eurabia de hoje. As personagens: Berlusconi, Bush, a ONU, Kofi Annan… E ainda «A Força da Razão», os seus leitores, as recordações, a paixão política, o humor e a morte, de que fala sem medo.


Compra-se aqui.

Terça-feira, Dezembro 27, 2005

Munições 9

Hipocrisia esquerdista
Do As I Say (Not As I Do)
Profiles in Liberal Hypocrisy

Peter Schweizer

(Random House, 2005, 272 págs.)

Peter Schweizer mostra nesta obra a hipocrisia dos mais conhecidos liberais americanos. Numa série de 11 perfis dos ícones esquerdistas, de Noam Chomsky e Al Franken até Hillary Clinton e Ted Kennedy, passando por Barbra Streisand, George Soros e Michael Moore ficamos a saber que nenhum pratica aquilo que politicamente afirma.

Compra-se aqui.

Sexta-feira, Dezembro 23, 2005

Feliz Natal

Um Natal diferente:
Human Rights of Christians in Palestinian Society
Justus Reid Weiner
(Jerusalem Center for Public Affairs , 2005, 47 pgs.)

Entrevista com o
Autor
Compra-se
aqui.

Domingo, Dezembro 18, 2005

Munições 8

Magna Europa
Histoire et Tradition des Européens: 30000 ans d'identité
Dominique Venner
(Editions du Rocher, 2004, 273 pgs.)
Para Dominique Venner, a Europa não nasceu do tratado de Maastricht. Ela saiu de uma comunidade de cultura que remonta à mais longínqua pré-história. Define-se como uma civilização antiga, rica pelos povos que a constitui e usufruindo de uma mesma história e herança espiritual que frequentemente teve de defender.
Voltar às fontes é o objectivo desta obra que pretende ser uma metafísica da história. Aqui descobrimos o contributo para aquilo que somos desde os poemas homéricos, as lendas célticas e nórdicas, a herança romana, o imaginário medieval, o amor cortês… e seguiremos a busca da nossa tradição europeia autêntica, uma maneira de ser única na vida, na morte, no amor e no destino.
Compra-se aqui.

Quinta-feira, Dezembro 08, 2005

Micro causa 2

"APELO À VERDADE SOBRE A DESCOLONIZAÇÃO"
Um grupo de cidadãos empenhados em que se discuta "A VERDADE SOBRE A DESCOLONIZAÇÃO" lança uma
PETIÇÃO para a recolha de 4 000 assinaturas, ao abrigo do disposto na alínea a) ponto 1 do artigo 20 do Texto da Lei nº 43/90, publicado no Diário da República I Série n.º 184 de 10 de Agosto de 1990 com as alterações introduzidas pelas Leis nºs 6/93 e 15/2003, publicadas respectivamente nos Diários da República I Série A n.º 50 de 1 de Março de 1993 e n.º 129 de 4 de Junho de 2003.
http://www.descolonizacao.net/

Sexta-feira, Dezembro 02, 2005

Deputados Municipais com atendimento

Os Deputados Municipais de Lisboa do CDS-PP colocam ao dispôr de todos os munícipes, o seu Gabinete para atendimento.
Para isso, basta dirigir-se nos dias utéis ao edifício do Forum Lisboa, sito na Avenida de Roma, 14P, 3º andar.
Poderá colocar todas as questões que considere pertinentes sobre Lisboa: reclamações, sugestões, propostas e o que entender necessário para a defesa e salvaguarda dos interesses da nossa cidade.

Contactos:Telefone: 21 841 00 70 - Fax: 21 841 00 71
E-mail: aml.cds_pp@cm-lisboa.pt

Sexta-feira, Novembro 25, 2005

25 de novembro, sempre!

Quarta-feira, Novembro 23, 2005

25 de Novembro

25 de Novembro 1975 - os "Comandos" e o combate pela liberdade
Manuel Amaro Bernardo, Francisco Proença Garcia e Rui Domingues da Fonseca.
Prefácio do Gen. Tomé Pinto.
Título do livro publicado no aniversário da data que evoca. Uma obra de análise e relato detalhado dos acontecimentos daquela conturbada época da vida do nosso país.
Editado pela Associação de Comandos, tem 522 paginas+32 com fotos em extratexto.Formato: 17x24 cm.

Associação de Comandos
Av. Duque de Ávila, 124 - 4º E - 1050-084 LISBOA
Telefone: 213 538 373 - Fax: 213 578 775


* * *

Recordo, também, o jantar evocativo da data, organizado pelo CDS/PP, que ocorrerá no 25 de Novembro (Sexta-feira) às 20h00, no Restaurante da Residencial Jardim Amadora (frente ao Parque Central e junto à Câmara)
Informações e reservas para diogomoura@cds.pt ou para 912588657 / 218814748

Terça-feira, Novembro 22, 2005

Munições 7

Vladimir Volkoff (1933-2005), um Autor de Direita
Russo de nacionalidade francesa, ortodoxo, eslavo, soberanista, monárquico, defensor dos valores tradicionais, autor de inúmeras obras, antigo oficial dos serviços secretos e especialista em desinformação, Vladimir Volkoff deixou-nos em Setembro de 2005.
Autor prolifico, tem uma única obra editada em Portugal, Pequena História da Desinformação (Ed. Notícias, 272 págs.).

A desinformação, arma de guerra
Recentemente foi reeditado em França La désinformation arme de guerre, (textes de base présentés par Vladimir Volkoff, éditions L’Age d’Homme, col. Mobiles politiques, Nov. 2004, 279 p.).

Ao ler este livro estamos perante uma recolha de textos organizada por V. Volkoff sobre uma das mais velhas ocupações do mundo: a desinformação.
Aqui é abordado a subversão, a manipulação, a intoxicação e outras técnicas de propaganda características das diferentes escolas comunistas, que no sec. XX deram uma amplitude inigualável aos principais métodos de utilização ofensiva da informação: a escola do komitern (abordagem mundialista, técnicas de agit-prop), soviética (desinformação, manipulação das elites, caixas de ressonância), trotskista (entrismo e lavagem) e maoísta (combate do fraco contra o forte, contra-informação) tiveram um efeito profundamente renovador e, sobretudo sistematizado, na utilização da informação com fins ofensivos, subversivos e desestabilizadores.A quase totatidade dos autores citados por Volkoff, de Lénine a Arthur Koestler, passando por Tchakhotine, Alexandre Zinoviev, Roger Mucchielli, Michel Legris ou ainda John Barron situam os seus testemunhos e reflexões numa época em que as sociedades eram geradoras de identidade e de mobilização colectiva, nomeadamente por causa do poder monopolístico e algumas vezes fantasma dos mass media e de outras instituições de enquadramento político.


Compra-se aqui e aqui.

Segunda-feira, Novembro 21, 2005

Não passarão!


... e em 1975 não passaram, mesmo!!

O Dia da Liberdade comemora-se a
25 de Novembro
Sexta-feira - 20h00

no Restaurante da Residencial Jardim Amadora
(frente ao Parque Central e junto à Câmara)

Informações e reservas para
diogomoura@cds.pt ou para 912588657 / 218814748

Terça-feira, Novembro 15, 2005

Assembleia Concelhia

No passado dia 10 de Novembro realizou-se a primeira reunião da Assembleia Concelhia de Lisboa após as eleições autárquicas.
A mesa constituída pelo Presidente Telmo Correia, pelo Vice-Presidente Carlos Barroso, pelo Secretário António Rapoula e pela Presidente da Comissão Política da Concelhia de Lisboa, Orísia Roque, teve a oportunidade de conduzir uma Assembleia extremamente participativa, como há muito não se via. Foram muitos os militantes que não quiseram deixar de estar presentes.
Telmo Correia iniciou a sessão com a leitura de uma mensagem da Vereadora Maria José Nogueira Pinto, na qual agradecia toda o apoio dado, concretamente, pela Concelhia de Lisboa.Pelo coordenador da Comissão Autárquicas Lisboa 2005, foi feito o balanço das eleições autárquicas. Após ter deixado bem claro que os resultados obtidos não foram os esperados, quer na Capital, quer no resto do país, salientou que todos os órgãos concelhios de Lisboa têm o sentimento de dever cumprido.

Os militantes presentes foram informados das principais actividades desenvolvidas no âmbito do processo autárquico: preparação e entrega de listas, campanha eleitoral, constituição das mesas de voto e apoio directo aos candidatos.
De seguida, foi anunciada a decisão da Comissão Política Concelhia de Lisboa em criar o Gabinete Autárquico, cuja iniciativa foi por todos considerada extremamente positiva.
Após intervenções de vários militantes que abordaram o processo eleitoral e as expectativas de futuro, foi possível constatar o apoio maciço dos militantes à Concelhia de Lisboa e a aceitação das medidas tomadas.
Perante isso, Telmo Correia, apresentou um voto de louvor à Comissão Política Concelhia de Lisboa, particularmente na pessoa da sua Presidente, Orísia Roque, o qual foi aprovado por larga maioria.

Munições 6

A 5ª Coluna
Al Qaeda in Europe: The New Battleground of International Jihad
Lorenzo Vidino
(Prometheus Books, Nov. 2005, 300 págs.)

Compra-se aqui

Entrevista com Lorenzo Vidino

Sexta-feira, Novembro 11, 2005

Micro causa

Petição para tornar oficial
o Idioma Português nas Nações Unidas:
http://www.petitiononline.com/AB5555/petition.html

Munições 5

Anatomia de uma fraude intelectual
The Anti-Chomsky Reader
Peter Collier e David Horowitz (Encounter Books, 2004, 260 págs.)
O Professor Noam Chomsky é provavelmente um dos comentadores americanos mais lidos em todo o mundo. Desde os anos 60 que os seus livros e discursos são a base da propaganda anti-americana. O New Yorker's descreveu-o como «uma das mentes brilhantes do séc. XX». Apesar da influência que exerce os seus textos e biografia nunca foram analisados.
Em The Anti-Chomsky Reader, Peter Collier e David Horowitz debruçam-se sobre a obra de Noam Chomsky's para analisarem a sua carreira intelectual e a evolução do seu anti-americanismo. O ensaio, presente neste livro provocador, foca vários temas como o bizarro envolvimento de Chomsky no revisionismo do Holocausto, a apologia dos Kmer's Vermelhos e do assassino Pol Pot e, a comparação da política externa dos EUA na América Latina, dos anos 80, ao nazismo.

Compra-se aqui.

Quinta-feira, Novembro 10, 2005

Munições 4

O Islão em França
L’Islam en France - Revue Cités (PUF, 2004)
Este número da revista Cités propõe análises surpreendentes e interessantes sobre o Islão em França.

70 demógrafos, filólogos, antropólogos, historiadores, islamólogos, filósofos das religiões e outros intelectuais escrevem sobre este fenómemo religioso e muitos deles, contra as expectativas, não hesitam em analisar o carácter conflitual do encontro entre o Islão e o Ocidente e a manifesta «oposição de valores».
Compra-se aqui.

Quarta-feira, Novembro 09, 2005

Munições 3

O Casamento Gay: a ofensiva ideológica do lobby homossexual
Thibaud Collin, filósofo preocupado em entender a aspirações contemporâneas e os seus fundamentos ideológicos, escolheu como objecto de estudo a reivindicação do casamento gay, em França. Este combate dos militantes homossexuais é típica do debate de ideias da sociedade plural do início do sec. XIX: o uso de slogans como resumo de um pensamento, a preocupação por utilizar o sentimento de culpa como motor eficaz para o triunfo da causa, o simulacro de exercício democrático e a violência como principal ferramenta militante, são o cocktail que os filhos do Maio de 68, convertidos em hábeis utilizadores dos canais da sociedade do espectáculo, agitam para explodir o frágil equilíbrio da arte da convivência e atacarem a cultura ocidental.
Thibaud Collin, catedrático de filosofia, co-autor com Nicolas Sarkozy do livro de entrevistas La République, les Religions, l’Espérance (Cerf, 2004), ocupa-se do fenómeno mediatizado do casamento homossexual, com a perspicácia e a objectividade de um filósofo. Apesar de ser um tema da moda, é difícil falar dele racionalmente ou sem uma ponta de picardia. O controle ideológico dos bem-pensantes da sexualidade libertada é tal, que uma importante editora religiosa contratada para editar a obra recusou a edição da mesma com medo de represálias de Act Up e de outros grupos de pressão homossexual. Podemos discutir acerca da conquista espacial, de reformas da educação, da desflorestação da Guiné, porém, ai de quem tente abrir um debate sério e sincero sobre esta questão que viola a legislação francesa e a comunidade nacional enquanto modelo de estrutura social.
Le Mariage gay, les enjeux d’une revendication (Eyrolles, 160 págs.)
Compra-se aqui
Entrevista com Thibaud Collin

Lobo Xavier acusa PSD e PS de mentirem

Lobo Xavier acusa os Governos PSD e PS de «nunca falarem a verdade» sobre os Orçamentos de Estado. No segundo dia das Jornadas Parlamentares do CDS-PP, o antigo dirigente do partido afirmou que aqueles dois partidos têm mais semelhanças do que possa parecer.

O PS e o PSD têm mais em comum do que diferenças, desde logo no discurso político e nas responsabilidades pela situação social do país. Lobo Xavier agitou as Jornadas Parlamentares do CDS-PP com o dedo apontado aos dois partidos por não falarem a verdade, principalmente ao PS que tem no Orçamento de Estado uma «armadilha» para enganar os portugueses. «É falso que nos estejam a apresentar a verdade. É isso uma das coisas que nos distingue do PS e do PSD. A sensação que tenho quando vejo a política do PS em matéria das finanças é que estão a fazer um esforço para alcançar um equilíbrio com medidas extraordinárias para que depois tudo volte ao mesmo», afirmou. Lobo Xavier acusou ainda o Governo de iludir os portugueses no que respeita à política fiscal. «Os impostos não servem para fazer justiça, mas para financiar o Estado quanto às suas actividades essenciais e para tornar a economia de um país pequeno, periférico, mais competitiva. É preciso assumir isto com tranquilidade. Eles vão dizer que somos contra os pobres e a protecção social, mas não, actualmente os impostos não existem para fazer justiça», defendeu. Este antigo dirigente dos democratas-cristãos contesta ainda o aumento de impostos e o Orçamento de Estado, justificando o voto contra do CDS-PP em relação ao Orçamento de Estado, numas jornadas onde falou dos dramas do partido que quer ser diferente do PSD, mas tem muitos «complexos, preconceitos e mitos» por destruir.

in TSF

Terça-feira, Novembro 08, 2005

"Noites à Direita" e o estado da economia

NOITES À DIREITA*

*projecto liberal

António Borges e Daniel Bessa são os convidados principais de mais uma sessão das Noites à Direita*Projecto Liberal, desta vez com a moderação do director do "Diário Económico", Martim Avillez Figueiredo. Uma semana depois da aprovação do Orçamento de Estado para 2006, vamos ouvir quem mais sabe sobre o assunto. Mas não ficaremos por discussões técnicas, porque o que está em causa são as políticas e o futuro de Portugal.

Numa conversa aberta a todos, António Borges e Daniel Bessa serão convidados a debater o que está em causa para o presente e para o futuro económico e político do nosso País: até onde deve ir a intervenção do Estado na Economia, será que o modelo social está totalmente esgotado ou é ainda reformável, como é possível combater o défice e o desemprego, aumentando a produtividade, que reformas e privatizações são essenciais, ou qual é o papel de Portugal numa economia cada vez mais globalizada.

Dia 16 de Novembro, pelas 20h30, na Sociedade de Geografia, junto ao Coliseu de Lisboa.

Não Perca. Você é o nosso convidado principal.

Os promotores: António Pires de Lima, Leonardo Mathias, Luciano Amaral, Filipa Correia Pinto, Manuel Falcão, Pedro Lomba, Rui Ramos e Paulo Pinto Mascarenhas.

http://www.direitaliberal.blogspot.com/

Sarkozy não foi a Mar del Plata

Diego Armando Maradona liderou uma manifestação contra George W. Bush durante a Cimeira das Américas, realizada em Mar del Plata, na Argentina. Apesar de Nicolas Sarkozy não andar por perto, também foram incendiados carros, saqueados bancos e houve confrontos com a Polícia. Por ali só havia amigos de Castro, Chávez, Maradona e Louçã.
José Bourbon Ribeiro in O Acidental

Sexta-feira, Novembro 04, 2005

Somos oposição

A vereadora eleita pelo CDS-PP para a Câmara de Lisboa, Maria José Nogueira Pinto, anunciou hoje que ficará na oposição, sem pelouros, e responsabilizou o PSD pela impossibilidade de chegar a acordo.
Segundo a vereadora, o presidente da Câmara, Carmona Rodrigues, chamou-a quarta-feira ao seu gabinete a escassos minutos da sessão de Câmara para lhe dizer que não era "útil nem oportuno, nem adequado fazer qualquer coligação com o CDS-PP".
A autarca considerou que o PSD levou quinze dias para tomar uma decisão que poderia ter tomado em cinco e que Carmona Rodrigues foi "manietado pelo partido".
Nogueira Pinto advertiu ainda que não vai servir de álibi a uma eventual incapacidade dos sociais-democratas cumprirem as promessas que fizeram em campanha eleitoral.
"A nossa presença na Câmara não constitui um obstáculo para que o professor Carmona Rodrigues cumpra as 309 promessas que fez aos lisboetas", disse a vereadora democrata-cristã.
Maria José Nogueira Pinto afirmou que a ausência de um acordo não se deveu a nenhuma exigência do PSD que não pudesse ser satisfeita.
No dia em que assumiu o cargo de presidente da Câmara, na última sexta-feira, Carmona Rodrigues disse não estar "stressado" com o facto de ainda não existir acordo com o CDS-PP, lembrando que o anterior executivo também não tinha ainda feito coligação com Paulo Portas quando tomou posse.
Na mesma ocasião, Nogueira Pinto declarara que só aceitaria uma coligação com o PSD se houvesse "condições para assegurar a governabilidade no quadro de uma razoabilidade" e afirmara que apenas aceitaria pelouros que estivessem no âmbito das suas competências.
Recordando o processo negocial com o PSD, a vereadora afirmou hoje que tinha manifestado vontade de assumir a área da acção social e da habitação social e a tutela da Gebalis, admitindo mesmo que a administração daquela empresa municipal fosse nomeada pelo PSD.
Nogueira Pinto afirmou ainda que, embora muito ligada à acção social (foi Provedora da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa), tem um curriculum muito diversificado e manifestou disponibilidade para assumir outras pastas, apresentando como hipótese o património, recursos humanos ou organização, aprovisionamento e gestão.
Quanto ao futuro, Nogueira Pinto disse que fica na autarquia na oposição, sem pelouros, a tempo inteiro, e sem ordenado.
Afirmou que vai estar particularmente atenta às medidas do executivo camarário relativamente às pessoas com deficiência, à toxicodependência, aos comerciantes, à Autoridade Metropolitana de Transportes, problemas comuns aos programas do PSD e do CDS-PP.
"Estarei também particularmente atenta ao arrumar da casa, pôr as contas em ordem e aos regulamentos", disse.
A vereadora avisou que não vai estar ao lado "de nenhuma megalomania" e nesse quadro incluiu o projecto do Parque Mayer.
"Se o Parque Mayer for novamente um desígnio deste executivo, não tem o nosso voto. Se a reabilitação urbana for um negócio imobiliário puro e duro para Lisboa não tem o nosso voto", declarou.
Questionada pelos jornalistas sobre se se sentiu enganada durante este período de conversações, Maria José Nogueira Pinto rejeitou esse sentimento, considerando que Carmona Rodrigues é uma "pessoa educadíssima" da qual não tem qualquer razão de queixa e que foi apenas "o mensageiro" (do PSD) enquanto ela teve "total confiança e autonomia da direcção do partido".

Lusa

Quarta-feira, Novembro 02, 2005

Munições 2

Olhos nos olhos!
Géneration Battisti - ils ne voulaient pas savoir
Guillaume Perrault (Plon, 2005)
Aproveitando a mediatização em torno do pedido de extradição do Governo italiano às autoriades francesas do terrorista Battisti (executor de crimes de sangue) e da mobilização da extrema-esquerda na defesa do criminoso, o autor oferece-nos esta obra sobre os «bloquistas» franceses a quem chama les intellos les plus myopes du monde.
O estilo trotsko, a arrogância e a supremacia moral dos órfãos da revolução.

Compra-se aqui

Segunda-feira, Outubro 31, 2005

Hasta la Libertad Siempre!

As «Damas de Blanco», mulheres e filhas de dissidentes cubanos, celebram a atribuição do Prémio Sakharov para Liberdade de Pensamento 2005 . Recordamos que esta candidatura foi apresentada pelo Presidente do CDS-PP José Ribeiro e Castro e por Gerardo Galeote Quecedo, deputados do Grupo PPE-DE.

Cuba Livre

Um grupo de integrantes do movimento "Damas de Blanco" mantêm a esperança de obter do governo cubano a autorização para participar na cerimónia de entrega do Prémio Sakharov concedido pelo Parlamento Europeu.
in: Cubanet

Quinta-feira, Outubro 27, 2005

Cuba: Damas de Blanco vencem Sakharov 2005

Vitória para a luta pela Democracia em Cuba: A candidatura das Damas de Blanco ao Prémio Sakharov para a Liberdade de Pensamento 2005 apresentada pelo Presidente do CDS-PP José Ribeiro e Castro e por Gerardo Galeote Quecedo, deputados do Grupo PPE-DE, foi uma das vencedoras do Prémio Sakharov 2005 para a Liberdade de Pensamento.Este prémio anual, hoje concedido pelo Parlamento Europeu, tem por patrono o dissidente soviético Andrei Sakharov e visa galardoar personalidades ou entidades que se destaquem na defesa dos direitos humanos e das liberdades fundamentais. As “Damas de Blanco” são um grupo de mulheres, vestidas com a cor da paz, que todos os Domingos caminha pacificamente pelas ruas de Havana para pedir às autoridades cubanas a libertação dos seus parentes, arbitrariamente presos desde a Primavera de 2003, condenados sumariamente a penas de prisão brutais. Este facto constitui uma importante vitória e justo reconhecimento internacional pela sua acção pacífica, persistente e empenhada em prol da democracia e do respeito pelos Direitos Humanos em Cuba. Foram também galardoados com o Prémio Sakharov deste ano a advogada nigeriana Hauwa Ibrahim, defensora dos direitos das Mulheres e os Repórteres sem Fronteiras. Esta organização internacional luta pela liberdade de imprensa em todo o mundo e tem-se destacado ultimamente na denúncia dos atropelos à liberdade da imprensa em Cuba.Recorda-se que o reconhecimento do Parlamento Europeu pela luta pela liberdade e democracia naquele país motivou já a anterior atribuição do Prémio Sakharov 2002 a Oswaldo Payá Sardiñas, líder do Movimiento Cristiano de Liberación.Esta iniciativa de Ribeiro e Castro vem na linha das diversas acções que o líder democrata-cristão tem desenvolvido no quadro das instituições europeias em favor da transição pacífica de Cuba para a democracia.

Curiosidade in Lobby de Aveiro
Parece que ontem metade do coro nacional cubano, em digressão pelo Canadá, fugiu. Curiosamente não encontro uma única referência ao facto na comunicação social portuguesa.

Sexta-feira, Outubro 21, 2005

Debate sobre o aborto

A JP de Lisboa não pára!!!
Depois do debate ontem organizado pela Concelhia sobre o papel do CDS nas eleições presidenciais, que contou com a presença de cerca de 65 pessoas, a JP Lisboa está já a preparar o próximo debate sobre a questão do Aborto.
Este debate realiza-se no dia 7 de Novembro, às 21.00 horas.
Objectivo:O objectivo deste debate é preparar cada um de nós para uma futura campanha contra a interrupção voluntária da gravidez. Apesar do referendo ainda não estar marcado, é importante que todos saibamos defender o NÃO com argumentos fortes e válidos. Assim, esta questão será debatida nas mais importantes perspectivas: científica, ética, legal e religiosa.
Desta forma, poderemos dar início a uma campanha individual feita no dia-a-dia, abordando esta questão com todas as pessoas com quem lidamos. É mais importante individualmente e aos poucos fazer ver às pessoas que um aborto é um crime, do que fazer uma campanha conjunta, às pressas e sem resultados práticos.
Se, com a nossa campanha, conseguirmos fazer com que, mais uma vez, vença o NÃO no referendo e, se assim se salvar ao menos uma vida, já valeu a pena.

Convidados: A publicar oportunamente.
Questões a debater:
O que é a lei da interrupção voluntária da gravidez? O que diz?
Como será a pergunta colocada aos cidadãos no referendo? Está juridicamente bem feita?
A partir de que momento é que se pode dizer que um feto é uma vida humana? Desde a concepção? A partir dos quatro meses de gestação? Só a partir do momento em que nasce?
O que é a interrupção voluntária da gravidez?
Como é feita? Com que métodos? Em que condições?
O Estado Português tem condições económicas e logísticas para, no caso de ser aprovado o novo projecto-lei, dar a todas as mulheres que pretendem fazer um aborto todas as condições para que ele seja feito em segurança para a mulher?
As mulheres que recorrem actualmente aos “vãos de escada” para fazer um aborto irão deixar de o fazer se a lei for aprovada? Ou será que essas mulheres o fazem por terem vergonha do seu acto e por quererem que ninguém saiba?
Todos os médicos, enfermeiros e auxiliares de acção médica serão obrigados a fazer um aborto às mulheres que o peçam?
Em que consiste o juramento de Hipócrates?
O que diz o Código Deontológico da Ordem dos Médicos a este respeito?
Porque é que a Igreja Católica é contra o aborto? Como vê a Igreja a vida humana?
Sendo o aborto um crime porque não devemos penalizar criminalmente as mulheres que o praticam?
Não será o aborto um acto de cobardia, uma vez que a mãe ainda não sentiu o filho na sua barriga e que ainda não teve de o olhar nos olhos e de lhe pegar ao colo? Será que se a interrupção voluntária da gravidez fosse permitida até ao fim do período de gestação (nove meses) as mulheres ainda seriam capazes de abortar?
Em vez do Estado gastar dinheiro de todos os contribuintes (dos que são a favor, mas também dos que são contra) a criar condições às mulheres para recorrer ao aborto, porque é que o Estado não utiliza esse dinheiro para melhorar a rapidez dos processos de adopção e para dar mais apoio às instituições de recolhimento de crianças abandonadas?
Não será melhor dar a um casal estéril a alegria de poder adoptar rapidamente uma criança, do que ajudar uma mulher a tirar a vida ao próprio filho?
Será que é mais duro e violento para uma mulher dar um filho para adopção do que impedi-lo de nascer?
Contamos com a vossa presença!!!
Maria Pia Diniz e Carlos Oliveira Andrade

Sexta-feira, Outubro 14, 2005

Carta da Presidente da CPC Lisboa do CDS-PP

"Caro(a) Cabeça de Lista,
Enquanto Presidente da Concelhia de Lisboa do CDS-PP escrevo esta carta aos 53 cabeças de lista das freguesias para agradecer o empenho e dedicação que depositaram nesta campanha autárquica lisboeta. Estendo este reconhecimento a todos aqueles que compuseram as vossas listas, e peço-vos que lhes transmitam este sentido agradecimento da Concelhia de Lisboa.
A Concelhia de Lisboa mobilizou todos os seus recursos humanos e financeiros para que o CDS-PP na campanha para as freguesias, assembleia municipal e câmara municipal atingisse os objectivos a que nos propúnhamos.
Fazendo uma análise dos resultados do CDS-PP nestas eleições autárquicas constatamos o seguinte: a nível nacional o Partido diminuiu o número de câmaras municipais sob a sua presidência; aumentou a sua representação em termos do número de câmaras municipais em que foi em coligação; diminui a sua votação a nível nacional; e diminui a votação e o número de mandatos autárquicos no Concelho e Distrito de Lisboa.
O Partido no Concelho de Lisboa diminuiu a sua votação face às últimas eleições autárquicas, o que fez diminuir o número de eleitos para as freguesias e assembleia municipal, mas felizmente conseguimos manter um vereados na Câmara Municipal de Lisboa.
A campanha encabeçada pela Dr.ª Maria José Nogueira Pinto à Câmara Municipal de Lisboa foi reconhecida por todos como uma campanha que tocou os verdadeiros problemas da Cidade. Foi uma campanha racional, com ideias, e com um verdadeiro projecto para Lisboa.
Fui, e fomos todos testemunhas do trabalho e empenho que a Dr.ª Maria José Nogueira Pinto e que o Dr. Telmo Correia tiveram nesta campanha eleitoral, mas também pude testemunhar a dedicação de todos aqueles que se candidataram nas 53 freguesias da Cidade.
O papel incansável da Concelhia de Lisboa da Juventude Popular nesta campanha tem que ser enaltecido e valorizado pelo enorme sentido de responsabilidade que demonstraram.
Tenho consciência, depois de todas as expectativas criadas, e depois de todo o trabalho que foi desenvolvido, que hoje não podemos "cantar vitória", mas podemos todos começar a preparar as eleições autárquicas de 2009.

A Presidente da Concelhia de Lisboa
Maria Orísia Roque

Terça-feira, Outubro 11, 2005

Resultados eleitorais

PS - 2112 votos (31.68%) - 5 mandatos
PPD/PSD - 1721 votos (25.82%) - 4 mandatos
PCP/PEV - 1540 votos (23.10%) - 3 mandatos
BE - 530 votos (7.95%) - 1 mandato
CDS/PP - 265 votos (3.98%)
PCTP/MRPP - 186 votos (2.79%)

inscritos: 12686
votantes: 6666 (52.55%)
brancos: 173 (2.60%)
nulos: 139 (2.09%)

Acompanhando a tendência geral que se registou na cidade de Lisboa, o CDS/PP desceu consideravelmente a sua percentagem de votos na freguesia do Beato e perdeu o mandato conquistado em 2001.
Recusando a pêcêsização pós-eleitoral que fez escola e que teima em alastrar, não transformamos a derrota em vitória e assumimos a responsabilidade da mesma. Os resultados do CDS/PP são preocupantes e merecem uma profunda reflexão.
Fica o empenho e a satisfação pela eleição da Vereadora Maria José Nogueira Pinto, que conduziu uma campanha baseada em Ideias para Lisboa e para os lisboetas. Podemos continuar a afirmar que tinhamos a melhor candidata! E seguramente teremos a melhor Vereadora!
Resta agradecer à Concelhia de Lisboa e à Juventude Popular o apoio dado durante a campanha eleitoral.
A freguesia do Beato deixou de ser governada pelo PC. Ao actual Presidente da Junta, Hugo Xambre Pereira (PS) endereçamos os parabéns pela vitória e fazemos votos que o seu trabalho seja uma mais valia para a qualidade de vida dos habitantes da freguesia.
Assinalo ainda que os militantes do Beato vão continuar a exercer o seu direito e dever de cidadania nesta freguesia. Como tal, o blogue mantém a actividade.
Uma última nota para agradecer aos 265 eleitores que, perante o desânimo e o engano do voto útil, se mantiveram fiéis ao espírito e ao ideário da Direita. Um país em que a Direita não existe não é um país decente.
Júlio Sequeira

Quinta-feira, Outubro 06, 2005

Vota CDS-PP

clique na imagem para ampliar

Sexta-feira, Setembro 30, 2005

Lisboa está mais bonita!

Mistério...

A Junta de Freguesia do Beato tinha um site virtual. Tinha... porque nas últimas semanas foi retirado... Alguém sabe o motivo?

Quarta-feira, Setembro 28, 2005

Munições 1

Beato (V)














Parque infantil (Rua Aquiles Machado) parcialmente destruído, constituindo um perigo para as crianças que ali brincam.

Beato (IV)

Mercado, sem condições de higiene, em frente à Escola Luís António Verney.

Beato (III)

A par das ligações deficientes a nivel de transportes urbanos dentro da freguesia, nomeadamente no eixo Madre de Deus-Xabregas-Picheleira encontramos uma falta permanente de estacionamento, o que motiva o parqueamento constante de viaturas em cima dos passeios, originando a degradação dos mesmos e impedindo a normal circulação dos peões. (vide foto: Calçada da Picheleira).

Maria José Nogueira Pinto na TSF

Maria José Nogueira Pinto quer fim da burocratização
A candidata do CDS/PP à câmara de Lisboa quer acabar com a burocratização camarária com a «política do sim». Em entrevista à TSF, Maria José Nogueira Pinto apresentou ainda uma forma de colocar em Lisboa casais com casa na periferia. (texto e som)

O voto inútil

Miguel Freitas da Costa disserta sobre o voto inútil nas próximas eleições para a CML in DN 27/09/05

Sexta-feira, Setembro 23, 2005

Resultado do Rally Paper

A equipa Oriental composta por candidatos às freguesias do Beato, Marvila e Santa Isabel (hi Daisy) classificou-se em 6º lugar no Rally Paper do passado Domingo. Parabéns à Concelhia de Lisboa da Juventude Popular que organizou o evento.

Quinta-feira, Setembro 22, 2005

Beato (II)













Parque de sucata: este cenário urbano surrealista (uma homenagem ao «leste»?) situa-se na Rua Gualdim Pais, na fronteira das freguesias do Beato e São João e deve ser objecto de acção conjunta no sentido de saneamento e recuperação daquele espaço,

Beato (I)

«Sala de chuto» a céu aberto - Rua Gualdim Pais. Foto tirada no passeio público. Neste local, os toxicodependes injectam-se à vista de toda a gente, deixando no local o material usado, constituindo um grave atentado à saúde pública.

"Nogueira Pinto quer envolver cidadãos na segurança"

(Notícia Lusa) "Lisboa, 21 Set (LusaTV) - A candidata do CDS/PP à presidência da Câmara Municipal de Lisboa defendeu hoje a necessidade do envolvimento dos cidadãos na construção das condições de segurança, afirmando que não é uma competência só da polícia. "A segurança é vista como qualquer coisa que fica só a cargo da polícia ou das entidades competentes", afirmou Maria José Nogueira Pinto, depois de visitar as instalações da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), acrescentando que há "uma perspectiva interessante que é a do envolvimento dos cidadãos na construção das condições de segurança". Seja ao nível dos comerciantes, dos vizinhos ou dos pais em relação aos filhos, a candidata defende a figura do "mediador" que consiste naquela "pessoa que pode actuar na detecção precoce e na prevenção em relação ao sistema de segurança". Maria José Nogueira Pinto defendeu também "a contratualização entre o estado e instituições como a APAV", uma vez que "cumprem um serviço público". "Embora sejam associações voluntárias, estão na persecução de um interesse público", disse a candidata. ACA. LusaTV/"

Quarta-feira, Setembro 21, 2005

A problemática da droga

A fim de entender as últimas conclusões acerca da Estratégia Nacional da Luta Contra a Droga, a candidata do CDS-PP à presidência da Câmara Municipal de Lisboa (CML) esteve no Instituto da Droga e da Toxicodependência (IDT) onde se encontrou com o director daquele organismo, João Goulão.
No final da reunião, Maria José Nogueira Pinto constatou que praticamente todos os objectivos traçados por esta estratégia não foram alcançados.
“Na parte da procura, oferta, tratamento, evidencia-se estagnação e até mesmo, em alguns casos, agravamento da situação”, sublinhou a candidata democrata-cristã, para quem esta reunião foi muito importante para poder compreender alguns dos indicadores.
Maria José Nogueira Pinto, acompanhada pelo líder do partido, José Ribeiro e Castro, acredita que esta é uma realidade que se reflecte desde logo na cidade lisboeta. “Lisboa é a capital e porta de entrada para muitos destes fenómenos. Por isso, é muito importante que a Câmara tenha um papel activo nesta matéria”, referiu, sublinhando ainda a importância de, “quer na prevenção, quer no tratamento, existir uma ligação através de uma rede de proximidade das pessoas”.
“A ideia que tenho é que a Câmara tem que ter um papel determinante”, acrescentou. Por exemplo, “na questão da prevenção sabemos como é importante actuar nas escolas e a Câmara tem aqui um papel a desempenhar”.
Para a candidata à presidência da autarquia lisboeta, “o caminho passa por traçar estratégias mais localizadas”, e “saber como a Câmara Municipal de Lisboa pode e deve intervir em estreita colaboração com o Instituto, a fim de conseguir planos estratégicos” para a cidade.
Ainda à porta do IDT, Maria José Nogueira Pinto cruzou-se com o ministro da Saúde, António Correia de Campos.

in http://lisboaemboasmaos.weblog.com.pt

Terça-feira, Setembro 20, 2005

Os nossos compromissos

O Beato é uma zona de Lisboa onde o tempo parou. É um espaço triste, abandonado ou envelhecido. Apesar de estarmos numa Capital europeia, nesta Freguesia encontramos bairros camarários degradados, lixeiras, parque de sucata na via pública, mercado público sem as condições mínimas de funcionamento e de higiene, parque infantil destruído, “sala de chuto” a céu aberto, estacionamento anárquico, quartel de Bombeiros Voluntários sem garagem, ausência de um centro de saúde e deficiente cobertura da rede de transportes públicos, sendo estes alguns dos aspectos que não dignificam nem beneficiam quem aqui vive.

O CDS/PP apresenta-se na Freguesia do Beato com a vontade de mudar. Ao contrário dos que escrevem nas paredes «Trabalho-Honestidade-Competência» e fazem exactamente o contrário, prometemos estar na vanguarda da defesa e resolução dos seus problemas, empenho e pressão junto dos decisores da CML, trabalho em rede com as freguesias adjacentes. No dia 9 de Outubro contamos consigo para que no dia seguinte possa contar connosco.

Júlio Sequeira

Jantar de Mulheres do CDS-PP

A Concelhia de Lisboa do CDS-PP e a candidata à CML, Dra. Maria José Nogueira Pinto, convidam V. Exa a estar presente no Jantar de Mulheres do CDS-PP, a realizar na próxima segunda-feira, dia 26 de Setembro, às 20h00, no Restaurante F.I.L. de Alcântara.
O preço do jantar é 10€ por senhora e as marcações poderão ser efectuadas até 6ª feira para o 912588657 ou para
diogomoura@cds.pt

Jantar com Telmo Correia

A Concelhia de Lisboa do CDS-PP e os candidatos às freguesias de São Francisco Xavier, Santa Maria de Belém e Ajuda, Telmo Correia, Nuno Bonneville e Ricardo Bandeirinha respectivamente, convidam V. Exa a estar presente no Jantar destas freguesias, a realizar na próxima sexta-feira, dia 30 de Setembro, às 20h30, no Restaurante Queda D'Água, junto aos Moinhos do Restelo.
As marcações poderão ser efectuadas até dia 29 para o 912588657 ou para
diogomoura@cds.pt

A rebelde da Direita


Entrevista biográfica a Maria José Nogueira Pinto (Visão/Paulo Chitas - 26. Maio. 2005)

Segunda-feira, Setembro 19, 2005

Ela não é como eles

Todas as possíveis dúvidas foram dissipadas no debate na SIC/Notícias entre Manuel Maria Carrilho (PS) e Carmona Rodrigues (PSD). Quem esperava ideias para Lisboa, apenas ouviu insultos recíprocos. Quem aguardava pela definição de uma estratégia para a capital, escutou apenas ataques pessoais e graves acusações de parte a parte. Quem pretendia saber como pode Lisboa ser revitalizada ou como se pode atrair a classe média que foi expelida da cidade para os arredores, ficou somente a conhecer em pormenor o problema das casas de banho no Ministério da Cultura dos tempos de Carrilho e a alegada existência de um "mensalão" de Carmona Rodrigues. Ficámos totalmente esclarecidos: tanto um como o outro afirmaram repetidamente que o adversário em causa - cada um deles - nada sabia, só dizia disparates, asneiras, mentiras, calúnias e difamações. Nesse sentido, foi um debate absolutamente essencial para Lisboa e para os lisboetas. Todos os lisboetas deveriam ter o direito a ouvir e ver aquela discussão sem qualquer sentido ou finalidade prática. Porque, definitivamente, todos ficariam a saber em quem não devemos votar. Por isso mesmo coloco aqui a ligação ao que se escreveu no canal de Carnaxide sobre o triste espectáculo. A diferença abismal da postura serena e construtiva, da seriedade política e pessoal de Maria José Nogueira Pinto ao longo dos debates que protagonizou na SIC/Notícias, foram ainda ontem e hoje salientadas por comentadores insuspeitos como o social-democrata Pacheco Pereira (na revista "Sábado"), pelo jornalista Ricardo Costa (na própria SIC/Notícias logo a seguir ao debate), ou por Joaquim Letria, hoje no Jornal das 9, também na SIC/Notícias 8 (e Fernando Madrinha no Expresso, acrescentamos nós). A opinião é consensual e não é só de quem a apoia, como nós: Maria José Nogueira Pinto tem uma estratégia consistente para Lisboa, não promete fantasias eleitoralistas nem entra em demagogias fáceis. Ela conhece como ninguém os problemas da cidade porque lida com eles há anos a fio.Ela tem propostas concretas e compromissos claros para os tentar resolver. Ela é a candidata que faz a diferença, que pode fazer toda a diferença para quem vive ou quer voltar a viver na capital. Ela não é como eles.

Paulo Pinto Mascarenhas in http://cdsporprazeres.blogspot.com/

Terça-feira, Setembro 13, 2005

Rally Paper (Domingo, 18)

A Concelhia de Lisboa da Juventude Popular está a organizar um Rally Paper para o próximo Domingo, dia 18.
O ponto de encontro está marcado para as 14:00 no Alto do Parque Eduardo VII, junto à estátua do Cutileiro.
A prova começa às 14:30 e termina por volta das 19:30. A partir desse momento cada minuto que passar será descontado nos pontos. Quem não chegar até às 20 horas será excluído para efeitos de pontuação.
O Rally será simultaneamente uma acção de propaganda do CDS/PP, em Lisboa, e englobará vários bairros da Capital. Participa.
Inscreve-te.

Segunda-feira, Setembro 12, 2005

Campanha do CDS/PP

Por onde andam os candidatos e as caravanas?... Toda a informação no Diários de Campanha. Junta-te a nós!...

O saber, a convicção e a força tranquila...

Quatro debates serviram para mostrar a diferença. Maria José Nogueira Pinto demonstrou que conhece a Cidade, identificou os problemas e apresentou soluções. A seriedade e as capacidades de gestão e de realização de projectos foram reconhecidas pelos seus adversários políticos. Quem quiser mudar Lisboa transformando-a numa cidade revitalizada, humana e funcional vota na candidata do CDS/PP. Quem optar pela demagogia tem muito por onde escolher.

Convenção Autárquica

Os candidatos à Junta de Freguesia do Beato estiveram presentes na Convenção Autárquica, realizada em Oliveira do Bairro (10 Set.). Num pavilhão cheio de candidatos do CDS/PP, usaram da palavra os seguintes oradores:
(leia, na íntegra, o discurso proferido pelo presidente do partido, José Ribeiro e Castro).

João Carlos Silvano
Presidente da Concelhia do CDS-PP de Oliveira do Bairro.
Raul de Almeida
Presidente da Distrital do CDS-PP de Aveiro.
Martim Borges de Freitas
Secretário-Geral do CDS-PP.
Acílio Gala
Presidente da Câmara de Oliveira do Bairro.
As autarquias locais.

Rui Catarino
Candidato a Presidente da Câmara de Vila de Rei.
As autarquias locais e os bombeiros.

Nuno Melo Alves
Candidato a Presidente da Câmara de Angra do Heroísmo.
As autarquias locais e as regiões autónomas.
Maria das Dores Bento Machado
Candidata independente a Presidente da Câmara da Trofa.
As autarquias locais e a razão de ser de candidaturas independentes em listas do CDS-PP.

Luís Simões
Administrador dos SMAS de Sintra.
As autarquias locais e a não-descriminação em razão da família: a tarifa familiar, um exemplo de proximidade a seguir.

Ernestina Magalhães Ferreira
1ª candidata à vereação numa coligação.
As autarquias locais, a participação das mulheres e o seu papel em coligações

Eliseu Ferreira Dias
Candidato a Presidente da Câmara de Pombal.
As autarquias locais, a saúde e a terceira idade.
Maria de la Salette
Vereadora e candidata a Presidente da Câmara de Rio Maior
As autarquias locais e a Educação.
Manuel Frade
Candidato a Presidente da Câmara de Vagos.
As autarquias locais e a cultura.

Sílvio Cervan
Presidente da Assembleia Municipal de V. N. de Gaia.
As autarquias locais e o novo papel das Assembleias Municipais.

Paulo Núncio
Membro da Comissão Executiva do CDS-PP.
Girão Pereira
Antigo Presidente da Câmara de Aveiro
O autarca do CDS-PP.

Carlos Resende
Candidato a Presidente da Câmara de Albergaria-a-Velha.
As autarquias locais, o desenvolvimento industrial e a criação de emprego.

Miguel Paiva
Candidato a Presidente da Câmara de Vale de Cambra.
As autarquias locais e os pólos de excelência.

Ricardo Vieira
Candidato a Presidente da Câmara do Funchal.
As autarquias locais, o turismo e o ordenamento do território.

Domingos Doutel
Candidato a Presidente da Câmara de Mirandela.
Daniel Campelo
Presidente da Câmara de Ponte de Lima.
Maria José Nogueira Pinto
Candidata a Presidente da Câmara de Lisboa.
Leontina Novo
Candidata a Presidente da Câmara de Oliveira do Bairro.
João Almeida
Presidente da JP.
Miguel Anacoreta Correia
Vice-Presidente do CDS-PP.
José Ribeiro e Castro
Presidente do CDS-PP.

Sábado, Setembro 10, 2005

Debates Sic (III)

Quarta-feira, Setembro 07, 2005

Debate na Sic Notícias (II)

A lista candidata à JF do Beato saúda e agradece ao candidato Ruben de Carvalho os elogios e o atestado de competência que ontem manifestou em relação à nossa candidata. (Já agora, diga ao Sr. Cunha para não voltar a imprimir propaganda com o material da Junta de Freguesia).

Terça-feira, Setembro 06, 2005

Material da Junta ao serviço da campanha da CDU

A freguesia do Beato está pejada de folhas impressas a cores publicitando a lista comunista que vai concorrer sob a sigla da CDU, liderada pelo actual presidente, o Senhor Cunha. O material impresso saiu de uma impressora comprada em Abril com dinheiro do erário público. Na operação gastaram três toners. Assim se vê a honestidade do PC.

Segunda-feira, Setembro 05, 2005

Debate na Sic Notícias

1 - 0
(next...)

Quinta-feira, Setembro 01, 2005

Programas Eleitorais

Arrumar a Casa

Mobilidade e Transportes
Um Plano de Acção para Lisboa

Programa para a área do Ambiente

Visita às Freguesias do Beato e Marvila

Visita ao Clube Oriental de Lisboa
(da esq. para a dir.: Presidente do COL José Nabais, Dra. Maria José Nogueira Pinto, Júlio Sequeira, candidato à JF do Beato, e César Valentim, candidato à JF de Marvila.

Mais um dia de campanha, desta vez pelas ruas da Zona J, um bairro problemático da cidade de Lisboa. A candidata do CDS-PP quer saber o que está mal em termos urbanos e sociais. Os moradores aproveitam a passagem de Maria José Nogueira Pinto para criticar e pedir ajuda no realojamento. Acompanhada pelos cabeças de lista de Marvila e do Beato, Maria José Nogueira Pinto, fez também questão de convidar Manuel Salgado. A visita guiada teve direito a comentários do arquitecto, que conhece bem as características urbanísticas da zona. Manuel Salgado era apoiante do PS, chegou a ser falado como possível nº 2 de Manuel Maria Carrilho. Em Julho afastou-se do candidato socialista, acusando-o de deficiências de carácter. Agora diz que estar aqui ao lado de Nogueira Pinto não tem nada a ver com a candidatura dos populares. Maria José Nogueira Pinto sublinha que a presença do arquitecto Manuel Salgado é apenas técnica. Ambos defendem que as observações do arquitecto em relação à zona de Chelas devem ser levadas em conta pelo futuro presidente da Câmara Municipal de Lisboa, independentemente de quem vier a ocupar o cargo. in SIC Online

Terça-feira, Agosto 30, 2005

Domingo, Agosto 28, 2005

Carta do Autarca Democrata-Cristão

A Direcção do Partido aprovou na Comissão Política do CDS-PP na passada sexta-feira, dia 26 de Agosto, a Carta do Autarca Democrata-Cristão - 20 Compromissos.

Quinta-feira, Agosto 25, 2005

30 de Agosto


Na próxima 3ª feira a Dra. Maria José Nogueira Pinto desloca-se à Freguesia do Beato onde visitará algumas associações e colectividades.

Estranhas alianças

Na Assembleia de Freguesia do Beato o mais fiél aliado do PC tem sido o PSD... Qual foi a razão deste permanente favor? Terá sido uma questão de «Educação» ??

O CDS/PP não pactua com os «favores»! O nosso compromisso é com os cidadãos que queremos representar. Por tudo isso, o voto útil, o voto seguro, do centro-direita é nas listas do CDS/PP.

Segunda-feira, Julho 25, 2005

A t-shirt vende-se aqui.

Sexta-feira, Julho 22, 2005

Saber fazer em tempo útil!

O Programa da candidatura de Maria José Nogueira Pinto à Câmara Municipal de Lisboa

CDS/PP na Quinta do Ourives

Dia 21, à noite, representantes da candidatura do CDS/PP estiveram presentes na Quinta do Ourives, em reunião promovida pela Comissão de Moradores para a Gebalis apresentar o projecto de renovação e recuperação de 6 lotes. A habitação é camarária e há 25 anos que não são feitas quaisquer obras. Ficou a promessa de os trabalhos começarem a ser executados em Outubro de 2005 e de terem a duração de 240 dias.

Quinta-feira, Julho 21, 2005

Lisboa com certeza em boas mãos


Representantes da lista candidata à Junta de Freguesia do Beato estiveram no Hotel Tivoli, na apresentação pública do Programa e das candidaturas à Câmara Municipal, Assembleia Municipal e Juntas de Freguesia de Lisboa.

***

«A candidata do CDS-PP à Câmara Municipal de Lisboa (CML), Maria José Nogueira Pinto, recusou-se hoje a apresentar "promessas inúteis" e a protagonizar "megalomanias individuais", na divulgação do seu programa para a capital.
"Este é um programa sério, que pode ser cumprido", garantiu Nogueira Pinto, sublinhando que o seu programa irá dar "grande importância aos pequenos problemas de Lisboa".
A ex-provedora da Santa Casa da Misericórdia manifestou ainda a intenção de "protagonizar a ambição colectiva dos lisboetas", recusando-se, pelo contrário, a ser o rosto de "megalomanias individuais".
O seu programa, "Lisboa com certeza em boas mãos", divide-se em três áreas, começando por traçar medidas para "travar o declínio" da cidade.
"É preciso arrumar a casa, sanear a Câmara financeiramente e motivar o capital humano da autarquia", sublinhou a candidata do CDS, que quer procurar outras formas de financiamento da CML.
Neste capítulo, o programa de Maria José Nogueira Pinto propõe, por exemplo, a criação de um Balcão Municipal que permita aos lisboetas tratarem de todos os assuntos burocráticos num único local, seguindo o modelo das Lojas do Cidadão.
Outro dos grandes objectivos da candidata dos democratas-cristãos nas eleições de 9 de Outubro é a revitalização da cidade, promovendo a fixação da "classe média activa e nova" no centro de Lisboa.
"Não podemos alimentar esta tensão entre os que vivem em Lisboa e os que vêm trabalhar para Lisboa, mas também não podemos deixar transformar a cidade num túnel de passagem", sublinhou.
Na terceira parte do seu programa, "Criar as Condições do Futuro", a candidata do CDS pronuncia-se sobre o parque Mayer, considerando o plano existente "irrealista".
"Não acreditamos - os lisboetas não acreditam - que a sua sustentabilidade económica passe por uma +Broadway Lusitana+", lê-se no documento, em que é proposto o lançamento de um "genuíno concurso internacional de ideias".
O programa manifesta-se também contra a deslocalização de ministérios do Terreiro do Paço, uma ideia do actual presidente da CML, Pedro Santana Lopes.
"Não trago promessas inúteis, mas compromissos muito úteis para Lisboa", garantiu Nogueira Pinto.
O líder do CDS-PP, José Ribeiro e Castro, fez questão de realçar as qualidades de Nogueira Pinto, uma "mulher do concreto, do detalhe, do rigor".
"A novidade está aqui, as respostas para a cidade de Lisboa estão aqui", afirmou.
No início da cerimónia de apresentação do programa, foram lidas algumas mensagens de apoio a Maria José Nogueira Pinto de personalidades como o fiscalista Medina Carreira, o cineasta António-Pedro Vasconcellos, o professor universitário Alexandre Castro Caldas e a jornalista Maria Antónia Palla.»
Notícia LUSA

Quarta-feira, Julho 20, 2005

Bombeiros Voluntários do Beato e Olivais

Conhece algum quartel de bombeiros em que os soldados da paz tenham de estacionar todo o parque de viaturas na rua? O Beato tem um! Fica no nº 38 da Rua do Grilo.

Assembleia Municipal de Lisboa

Telmo Correia é o nosso candidato à liderança da Assembleia Municipal de Lisboa.
O actual Vice-Presidente da Assembleia da República e Presidente da Mesa da Assembleia Concelhia de Lisboa do CDS-PP já exerceu o cargo de Vereador na edilidade lisboeta.
Telmo Correia é, simultaneamente, candidato a Presidente da Junta de Freguesia de São Francisco Xavier.

As eleições autárquicas em Lisboa

Um blogue a acompanhar:
As eleições autárquicas em Lisboa

O Brasão


Orago - Beato António / Área - 1,5 Km2
Ordenação heráldica do brasão e bandeiraPublicada no Diário da República, III Série de 16/11/1999
Armas - Escudo de prata, águia de voo abatido, de vermelho, segurando no bico, por correias de negro, um tinteiro do mesmo; em chefe, roda dentada de azul, entre duas folhas de tabaco de verde; campanha ondada de azul e prata, de três peças. Coroa mural de prata de três torres. Listel branco com a legenda a negro em maiúsculas : "BEATO - LISBOA".

***

Autoria do brasão e bandeira Eduardo Lourenço Brito

Símbologia
A águia segurando um tinteiro - Representa a Ordem dos Lóios, porque foi famoso na freguesia, o convento dos "bons homens de Vilar de Frades", ou "cónegos azuis", chamados Lóios, cujo simbolo era precisamente a águia segurando o tinteiro.As folhas de tabaco - Invocam a antiga fábrica da companhia dos tabacos.A roda dentada - Simboliza o passado industrial mais recentes da freguesia.A campanha ondada de azul e prata - Representa o rio tejo, principal via de comunicação, escolhida pelas industrias, para escoarem os seus produtos.

in http://www.fisicohomepage.hpg.ig.com.br/

Terça-feira, Julho 19, 2005

Caracteres e carácter

« Manuel Maria Carrilho até pode ter 37.860 caracteres de "propostas e ideias". Mas, como ficámos agora a saber através do seu antigo apoiante, o arquitecto Manuel Salgado, não tem carácter. »
Paulo Pinto Mascarenhas in O Acidental

Sexta-feira, Julho 15, 2005

Candidatos à Junta de Freguesia do Beato

Júlio Sequeira – Editor – 40 anos
João Branco – Funcionário Público – 49 anos
Manuel Marques da Silva – Empresário – 71 anos
José dos Santos Moraes – Empresário – 81 anos
João Costa Mateus – Empresário – 60 anos
Fernando Ribeiro Coelho – Reformado – 67 anos – (Indep.)
Filomena Gonçalves Silveira – Técn. de Análises Clínicas – 45 anos
Ismael Gonçalves Tinoco – Comerciante – 68 anos
Hassanaly Jamal – Reformado – 81 anos
David de Jesus Ribeiro – Empresário – 35 anos
Eduardo Carvalho da Silva – Gestor – 38 anos
Joana Branco Luís – Professora Universitária – 24 anos – (Indep.)
Pedro Pinto Baleia – Estudante – 21 anos
Belmira Branco Luís – Reformada – 57 anos – (Indep.)
Mário Silva Heitor – Estudante – 20 anos
Andreia de Sousa Tinoco – Assistente – 26 anos – (Indep.)
António Gonçalves Silveira – Reformado – 89 anos
Manuel Tinoco de Macedo – Técn. Comercial – 30 anos – (Indep.)

Quarta-feira, Julho 13, 2005

Uma imagem vale mais...


A Freguesia do Beato é uma das mais degradadas da cidade de Lisboa. O actual Presidente da Junta, António Cunha (Partido Comunista) iniciou a pré-campanha eleitoral com uma série de pinturas murais onde apregoa «Trabalho-Honestidade-Competência». Basta olhar para a foto (Estrada de Chelas) para perceber que não é assim. Até Outubro teremos ocasião de ver, aqui, muito mais.

Sexta-feira, Julho 08, 2005

Uma candidatura para ganhar!

Caros Amigos,

três meses separam-nos das eleições autárquicas que ocorrerão no início de Outubro. Encaro este desafio eleitoral como uma oportunidade para a renovação da nossa corrente política na freguesia do Beato.

Numa altura em que o país virou à esquerda e que parte dessa esquerda se radicaliza é a hora do CDS/PP organizar a Direita.

Na freguesia do Beato temos de aumentar a nossa participação. Até Outubro, vamos contribuir para a eleição da nossa candidata à presidência da CML, Maria José Nogueira Pinto e vamos acentuar o nosso esforço militante para que todos os habitantes da freguesia conheçam a nossa lista de candidatos e o nosso programa. É nesse sentido que apelo à vossa mobilização. Através de
sugestões ou da adesão à nossa campanha e ao CDS/PP.

Conto convosco. Contem comigo.

Lisboa em boas mãos.

Júlio Sequeira

Quinta-feira, Julho 07, 2005

Apresentação do Programa e Candidatos

No próximo dia 21 de Julho, às 17h30 no Hotel Tivoli, decorrerá a apresentação do Programa da candidatura "Lisboa em boas mãos" e dos candidatos à Câmara Municipal, Assembleia Municipal e às 53 Assembleias de Freguesia.

Candidatura de Maria José Nogueira Pinto à Câmara Municipal de Lisboa

PORQUE ESTOU NESTA CANDIDATURA
Pela Cidade de Lisboa. A minha cidade, onde nasci, cresci e onde vivo.
Para a qual trabalhei, que conheço não apenas como cidadã residente, no meu quotidiano, mas que conheço também pelo meu trabalho em algumas das mais importantes instituições que servem esta cidade e os seus cidadãos.Dirigi-as, por meu modo de ser, no contacto directo com as pessoas, nas ruas, nos bairros, nas freguesias onde se desenrola o seu dia-a-dia onde se entendem os seus problemas, as causas destes e as possíveis soluções.
As pessoas conhecem-me e sabem que sou uma mulher de compromissos. E encerrado o compromisso com a SCML, bem importante, que cumpri com alegria, rigor e escrúpulo, posso assumir um novo compromisso em toda a sua plenitude e com todas as implicações que dele decorrem e decorrerão.
Estou a dizer-vos que eu vou para a Câmara de Lisboa.Vou cumprir o mandato que os Lisboetas me derem.E fá-lo-ei nos termos em que, hoje, assumo este compromisso publicamente.
Estabeleço aqui, uma nova aliança com os Lisboetas.


COMO ESTOU NESTA CANDIDATURA
Venho com uma teoria geral sobre Lisboa. Uma linha de fundo, um fio condutor aberto, suficientemente aberto para que o tempo de campanha não seja um tempo de certezas absolutas, mas antes um tempo de ouvir e sentir, perceber melhor e reflectir, até chegar a uma oferta identificada com o real, o concreto, a diferença, o detalhe. A campanha será também um processo de aprendizagem.
Porque a cidade é uma vida colectiva, que pela sua natureza cruza diversidades, conflitos e interesses, sabemos que o seu projecto tem de ser sempre um projecto de compromisso.
A vida das pessoas, de todos nós, de cada um de nós, dos Lisboetas, é também feita de pequenas coisas concretas.
São elas o importante, muito mais do que os grandes dossiers, os projectos de grande impacto mas fracos resultados, as teorias aparentemente quase perfeitas.
São elas que permitem rapidamente melhorar as condições de vivência e convivência dos Lisboetas no seu dia-a-dia, na resposta eficaz e qualificada das suas necessidades habituais.
É a cidade do quotidiano.
Convém lembrar que a CML existe porque existe a cidade e os Lisboetas. Não é um fim em si mesma. Não é o termo da corrida eleitoral. E também não é um instrumento para fazer o que eu penso, ou o que os candidatos no geral pensam, mas para realizar o que os Lisboetas querem e precisam:- bons serviços- respostas em tempo útil- transparência- informação, etc.
Penso, pois, fazer oportunamente a apresentação da equipa que me acompanhará e do programa da candidatura.
Essa vai ser a ocasião de expor com clareza o que penso que a Câmara pode, por exemplo, fazer pelos jovens da nossa cidade que é muito mais do que prometer-lhes habitação; como pode Lisboa situar-se no plano das cidades mais competitivas; porque penso que a actividade turística deve ser considerada um desígnio para a nossa cidade e a consciência do que isso implica; porque devemos apostar forte pelos municípios vizinhos numa Área Metropolitana que não seja apenas mais papel e que seja sentida pelos seus habitantes; porque deve uma Lisboa com mais solidariedade praticar o reconhecimento pela dignidade da velhice; porque acho que os lisboetas, no seu interesse, devem ser exigentes com o meio ambiente que reclama, a seu respeito, um compromisso cívico; insistirei na ideia de que as boas práticas podem mais e dão melhor resultado do que o betão; também como podemos fazer para que se perca menos tempo no congestionamento automóvel; para que as nossas ruas e avenidas sejam mais seguras e os passeios não sejam um prolongamento das ruas, mas coisa diferente e que pertence de facto aos peões.
Estes são alguns exemplos de questões em que a nossa candidatura vai insistir.
É para uma forma diferente de administrar Lisboa, para uma população que queremos mais feliz, para uma cidade com elevado grau de auto-estima e que não se resigna a ser resignada, que vamos trabalhar.
E é por isso que não será nunca uma colagem de temas mediáticos, uma réplica às ideias alheias ou um puro exercício de retórica.

SABER FAZER
As cidades tornam-se frequentemente ingeríveis. Não são realidades homogéneas, implicam aspectos diversos, alguns muito técnicos; e ainda interesses por vezes desagregadores.
Venho com a convicção absoluta, que aliás a minha experiência profissional sempre confirmou, que o que se espera de quem aceita este tipo de responsabilidades é saber fazer.
Serão certamente muito importantes os conhecimentos técnicos, a capacidade de projectar, a coragem de decidir inteligentemente.
Mas estamos aqui para fazer.
Eu sei fazer. É fazer, realizar, concretizar, o que mais me motivou ao longo de muitos anos de trabalho público.
Vivemos hoje numa cultura de alibis que leva a desperdiçar energias, tempo e recursos em justificações de toda a ordem para explicar porque é que as coisas mais simples não acontecem. Porque razão se arrastam os problemas, porque motivo sobre o mesmo assunto se pensa isto e o seu contrário, porque se constatam erros crassos na concepção e execução de grandes obras.
Para justificar, afinal, negligências e incompetências de toda a ordem que se traduzem num enorme atraso. É pois urgente exigir que se faça. Os Lisboetas não querem mais projectos e teorias, ideias brilhantes e soluções inexequíveis.
Os Lisboetas querem a concretização de objectivos claros, simples, qualitativamente importantes. Querem boas práticas. E querem responsabilidade.
Mas ao contrário do que alguns pensam ninguém faz nada sozinho.
Diria mesmo que, nem sequer com uma excelente equipa, um candidato à Presidência da CML pode dar garantias de que fará e fará bem. A Câmara não é só um Presidente e a sua equipa.
A Câmara é também uma macro-máquina que tem de funcionar. Que tem de ser gerida.
A CML é uma capacidade instalada que é preciso pôr em funcionamento com a máxima eficiência. Um conjunto muito significativo de recursos humanos, técnicos, financeiros, físicos que são indispensáveis para operacionalizar as decisões.
A presidência da Câmara é pois, também, uma questão de liderança.
Eu tenho experiência de liderar grandes organizações. Tenho resultados nessa matéria. Estabelecer objectivos e alcançá-los, gerir máquinas complexas e potenciá-las, gerir pessoas e motivá-las.
Repudio em absoluto uma presidência que minimize este aspecto. Que subverta a cadeia hierárquica, dispense a capacidade instalada, despreze o capital acumulado de experiência e conhecimentos técnicos que a CML possui, e prescinda do seu capital humano. As instituições devem renovar-se sem rupturas.
Eu trabalharei com os Serviços da CML.
Eu trabalharei com os seus técnicos.
Eu contarei com eles para cumprir o propósito de fazer e fazer bem.
Só com um presidente, uma equipa, uma máquina bem gerida, um conjunto de Serviços devidamente organizados, dimensionados e enquadrados, será possível fazer em tempo útil.
Porque também não basta fazer. Nem fazer bem. É preciso fazer em tempo útil.
Deixem-me falar um pouco do tempo. É minha convicção que um dos maiores problemas que o país enfrenta é o desperdício do tempo e o desprezo pelo factor tempo. Portugal não tem tempo. Lisboa também não tem tempo a perder.
Como se explica que tantos projectos se arrastem indefinidamente através de diferentes mandatos?
Que licenças de que os cidadãos precisam para as coisas mais simples demorem anos, que respostas elementares demorem meses, que obras de pequena dimensão se arrastem indefinidamente? Que tudo se transforme num universo de pendência e espera? Que se aceite que é assim, porque não pode ser de outra maneira. Quem disse que não pode?
Como podemos aceitar o arrastar de respostas a que temos direito como uma fatalidade inevitável? Porque nos predispomos a esperar passivamente por aquilo a que temos direito?
É uma cultura de exigência e responsabilidade que marca a minha candidatura.
Mas olhando para a cidade, e conhecendo-a como a conheço, não posso deixar de vos referir que dou e darei a maior importância à coesão máxima da rede que sustenta Lisboa.
Refiro-me naturalmente às Juntas de Freguesia. Hoje fala-se tanto de rede de proximidade mas temo que o conceito se mantenha ainda teórico. Estar próximo do cidadão é o único modo de ter uma percepção clara das suas aspirações e necessidades. É também a única forma de tornar os cidadãos legítimos fiscalizadores da nossa actividade. Finalmente, sem essa proximidade, nunca ganharemos a dimensão de tempo útil para fazer o que deve ser feito.
Quero afirmar que, como Presidente da Câmara, verei as Juntas de Freguesia, todas, como uma primeira linha preciosa para o nosso trabalho colectivo. Porque é na cidade que se faz a cidade.Comigo, a CML será um parceiro natural, privilegiado e útil nas relações a estabelecer com qualquer Governo, na busca das melhores soluções para a Cidade e não apenas para negociar apoios financeiros, especialmente quando se aproximam as campanhas autárquicas.Não posso nem quero aceitar que assuntos tão relevantes como os comboios de alta velocidade, a localização ou deslocalização de aeroportos e outros equipamentos como hospitais, sejam como até aqui, decididos à revelia dos Lisboetas que deles só tomam conhecimento, quase sempre pela comunicação social.
Em suma, como em muitos outros sectores da vida portuguesa, também aqui existem diagnósticos e consensos suficientes. Muitos estudos foram feitos por Universidades, organismos como o LNEC, Fundações, etc.... Porque será que estão na gaveta?Porque falta vontade, visão, capacidade de fazer. É aí que nos propomos estar.

PARA QUEM ESTOU NESTA CANDIDATURA
Lisboa é, hoje, uma cidade fragmentada, labiríntica e geradora de múltiplas causas de isolamento.
Dentro desta cidade que vemos existem cidades ocultas, que eu conheço, e de que devemos urgentemente cuidar.
Numa cultura que nos quer fazer acreditar que só existe o que se vê, eu comprometo-me desde já, na linha do que sempre fiz, a cuidar do que não se vê, daqueles que não são vistos, não têm voz, mas contudo existem e são para nós muito, mas muito importantes.
- Tenho perfeitamente identificados os grupos que habitam na cidade de Lisboa.
- Percepciono claramente os riscos da sua estratificação social e geracional.
- Subscrevo a urgência de fazer emergir o conceito de bairros como um outro modo de vida humana em contraponto às grandes massificações.
- Sei que esta é uma cidade muito envelhecida e onde os idosos vivem num graus crescente de dependência e isolamento.
- Sei como são as bolsas de pobreza persistente, o efeito devastador da droga, das novas doenças como factores de desorganização das famílias e causas de isolamento.
- Vi, com pena, a reincidência em políticas de realojamento estruturalmente erradas.
- Vivo numa cidade que é, já hoje, claramente multi-étnica e multi-cultural, em que a verdadeira integração responsável terá de ser, uma palavra de ordem.
- Sei como Lisboa está longe de ser uma cidade saudável e de como cresce a morbilidade da pobreza.
- Vejo como é difícil ser-se deficiente em Lisboa, muito mais difícil do que em qualquer outra cidade europeia. E envergonho-me.
- Conheço como é duro constituir e criar família nesta cidade, sem equipamentos suficientes para uma qualidade de vida aceitável.
- Sei como é difícil, sendo-se novo e em começo de vida activa, conseguir sequer, uma casa para morar. Ao mesmo tempo que se deixa degradar uma imensidão de património imobiliário público ou privado.
- É visível o pouco que se tem investido na cidade como vida colectiva e integradora.
- Sei como o lazer é fundamental e, para ele, a correcta apropriação do espaço público.
É para todas estas pessoas e por todos estes motivos que estou, Candidata nesta campanha.
Mas Lisboa é também uma cidade onde diariamente muitos cidadãos dos concelhos limítrofes passam grande parte do seu dia-a-dia. Da população empregada no concelho, e estimada em meio milhão de activos, apenas 35% é residente em Lisboa.
A nossa luta será a de tornar esta cidade menos hostil e menos madrasta. Para tal estaremos com todos para promover a construção séria de uma rede social que envolva Saúde, Segurança Social, IPSS’S, Estado e Sociedade civil para concertadamente criar respostas sustentadas. Vamos ouvir quem sabe, incorporar muitos estudos e diagnósticos já realizados sem querer tudo inventar.
Vamos fazer. Vamos fazer bem. Vamos fazer em tempo útil.
Para tornar Lisboa uma cidade inteligente e humana.
Porque Lisboa será tão mais humana, quanto mais inteligente e tão mais inteligente quanto mais humana.Connosco. Lisboa em boas mãos.
Maria José Nogueira Pinto

Há 4 anos foi assim...



Freguesia do Beato
Presidente: António Joaquim da Costa Cunha (PCP)

PS-PCP-PEV - 3877 votos (48.95%) - 8 mandatos
PPD/PSD-PPM - 2288 votos (28.89%) - 4 mandatos
CDS/PP - 667 votos (8.42%) - 1 mandato
BE - 428 votos (5.40%)
PCTP/MRPP - 320 votos (4.04%)


Inscritos: 13797
Votantes: 7921 (57.41%)
Brancos: 164 (2.07%)
Nulos: 177 (2.23%)

Autárquicas 2005

Brevemente encontrará aqui as nossas propostas para a Freguesia do Beato.